Como usar o Linkedin para atrair talentos de TI


O problema dos sites de emprego é terem uma audiência focada basicamente na procura de um novo emprego. Portanto, a única opção para as empresas é publicar um anúncio e esperar.

No entanto, essa dinâmica impede o acesso a candidatos passivos. Ou seja, aqueles que não estão ativamente à procura de trabalho, mas podem estar interessados em uma oportunidade de carreira. E é aí neste aspecto que o LinkedIn está a mudando o cenário.

Agora, é possível identificar candidatos talentosos, que não estejam necessariamente à procura de emprego. Quando se encontra alguém com um conjunto adequado de habilitações, experiência e cultura, é possível iniciar conversações para convidá-lo a integrar o time de um projeto.

Como? Aqui estão algumas sugestões:

1 – Causando uma boa impressão
Assim como no mundo real, no virtual também deve haver um esforço para se dar uma boa impressão. Isso passa por ter uma presença constante no LinkedIn, acualizada e dinâmica. O mínimo a fazer é ter uma página da empresa, permanentemente atualizada, e que mantenha um compromisso com a comunidade de bem informar.

Neste sentido, as páginas empresariais do LinkdedIn oferecem agora um upgrade mais dinâmico e eficaz para compartilha de conteúdo. É possível mostrar fichas sobre os produtos ou serviços oferecidos pela empresa. E até oferecer empregos.

2 – Identificando habilidades e competências dos candidatos
Para incluir palavras-chave no perfil procurado, podemos usar um pequeno truque: procurar perfis semelhantes de pessoas que estão na mesma situação e ver que palavras usam. Além disso, os candidatos podem encontrar ofertas semelhantes em empresas no mesmo setor.

3 – Indo mais longe
Ao identificar um perfil adequado pode-se clicar no canto superior direito da página para acessar um conjunto de perfis semelhantes. Assim, é possível encontrar outros candidatos de campos e setores afins.

4- Utilizando os contatos dos funcionários
É aconselhável pedir aos membros da equipe para que, caso conhecem candidatos para a nova posição necessária, indiquem ou os incluam em suas próprias conexões, para facilitar o contato.

Os grupos
Os grupos do LinkedIn são outro recurso gratuito do Linkedin muito útil para encontrar novos talentos. Em suma, é possível identificar os líderes dessas sub-redes de conhecimento, ver quem responde mais às perguntas e oferecem mais conselhos.

Se a empresa estiver envolvida nesses grupos pode ter uma visão melhor do que está a acontecer no mercado e poderá explicar as suas prioridades aos empregados com potencial.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Dicas para conscientizar sua equipe e evitar resistência durante a adoção de boas práticas


Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Fernando Pessoa

Este artigo é uma reunião de técnicas simples para ajudar a trabalhar com a conscientização de equipes, minimizando a resistência dentro de projetos de adoção deboas práticas.

1) Reconheça o verdadeiro risco de seu projeto falhar

“Não sei bem se é de técnicas que eu preciso. O problema mesmo, Fernando, é que onde eu trabalho, as pessoas são muito resistentes.” 

Perdi as contas de quantas vezes escutei este depoimento de profissionais durante treinamentos e consultorias. Este argumento parece justificar a falta de inciativas paramudanças organizacionais.

A verdade é que a resistência a mudanças é um fator humano e não há lugar onde não exista.

Ao contrário do que você pode estar pensando: não, seu ambiente não é tão mais difícil dos demais, pois mesmo diante da diversidade de fatores culturais, em todo ambiente empresarial existe um elemento comum, que é a maior das preocupações quando se trata deriscos em projetos de conscientização: as pessoas.

Portanto, o primeiro passo é reconhecer que conscientizar pessoas não é fácil, mas é um trabalho a qual você terá que se dedicar inúmeras vezes durante a vida, independente de adoção ou não de boas práticas. Concluir que o lugar onde você trabalha atualmente torna esta tarefa impossível é uma simples ilusão!

Conhecer a respeito dos diferentes perfis de pessoas com quem trabalha pode ajudar a vencer um pouco do pessimismo diante da resistência. A seguir, indico algumas leituras que me ajudaram:

2) Escolha a pessoa certa para liderar o projeto

A responsabilidade de “contaminar” a organização com novas iniciativas precisa ser responsabilizada, gerenciada e medida por um líder. Algumas habilidades profissionais desejadas são: empatiacomunicação, iniciativa e resiliência.

A depender do cenário, a pessoa ideal pode estar dentro da empresa. Em outros casos, é adequado que alguém de fora seja escolhido, para dar a impressão de que a equipe está respirando “novos ares” quando começar a interagir com este líder.

3) Envolva a equipe o mais cedo possível

As pessoas costumam participar de maneira positiva quando se sentem sujeitos ativos durante a mudança, e negativamente quando passivos.

Não tente deixar para envolver a equipe no final da execução do projeto de adoção de boas práticas, quando os processos /procedimentos /políticas já estão modelados e prontos para serem aplicados. É bem provável que você se frustre se fizer isso.

4) Escute

Assim como qualquer outro projeto, este exige participação da equipe de forma colaborativa e contínua.

A equipe é responsável por tarefas para definir requisitos, escopo, riscos, entre outrasáreas de conhecimento envolvidas em um projeto. Escutar sua equipe pode fazer toda a diferença durante a adoção de boas práticas.

5) Invista em capacitação contínua

Imagine que você está adotando as boas práticas da ITIL para realizar um diagnóstico emodelagem de processos, ou estruturando uma metodologia interna de gerenciamento de projetos baseada no PMBOK.

Em ambos casos, você investe em uma capacitação de 24h para a equipe que será afetada por este projeto e obtém o comprometimento de todos com o treinamento.

Ao concluir a etapa descrita no parágrafo anterior, significa que a capacitação está concluída, certo? Errado.

Durante a adoção de boas práticas, treinamentos constantes devem ser ministrados, alguns genéricos e outros mais específicos à área de atuação do profissional. Alguns para toda a equipe, outros para um grupo menor. Alguns introdutórios outros avançados.

6) Crie bons canais de comunicação 

Todos que são afetados pela adoção das boas práticas devem ser comunicadosfrequentemente sobre o avanço do projeto, os benefícios obtidos, problemas enfrentados, entre outras informações relevantes.

Busque uma ferramenta de comunicação que mais se adéque ao seu ambiente: boletim digital, folhetos, emails, eventos, etc.

7) Motive

Como em todo projeto, recompensas são essenciais para a motivação da equipe. As próprias boas práticas de gestão de projetos recomendam que todo projeto deve contar com um plano de como motivar a equipe durante sua execução, incluindo formas de recompensar.

8) Dê exemplo

É importantíssimo que os membros de gerência, diretoria e alta administração estejam disciplinados em relação ao uso das novas práticas para que isso contamine positivamente o restante da equipe. Lembre-se “A palavra convence, mas o exemplo arrasta.”

9) Persista

Encontrar resistência não é motivo para desistir. Quanto maior for a persistência pela aderência às boas práticas, maior a probabilidade de obter resultados (parece óbvio o que acabei de escrever, mas precisa ser dito).

Não espere que 99% da organização passe a seguir o novo procedimento / processo ou aderir a qualquer que seja a mudança no momento exato que esta entra em vigor. Preveja os desvios de procedimentos em sua gestão de riscos e planeje como combatê-los.

Relatórios mensais podem ser encaminhados, registrando os desvios de procedimentos eações corretivas; reuniões devem ser usadas para tratar dos episódios em que ocorreram estes desvios; reciclagens podem ser previstas para profissionais em novos treinamentos. Tudo, enfim, deve ser tratado de forma transparente e contínua.

A própria insistência contribui para que todos passem a tratar com seriedade a inovação implementada e desenvolver novos hábitos de trabalho.

Fonte: Portal GSTI

 

Abs
Luiz

Tendências em TI para 2016, segundo a Forrester


2016 será um ano de muita ação para as empresas. Será também o período em que as organizações colocarão as suas estratégias em linha com a demanda dos clientes, quer queiram, quer não. A boa notícia? A área de TI terá um papel fundamental neste contexto.

Em muitos casos, os gestores de TI vão liderar o processo de transformação. Com base neste pressuposto, a Forrester identificou e listou dez tendências que vão “comandar os negócios nos próximos doze meses, e o que os CIOs devem fazer para estar alinhados com essas necessidades do negócio e responder a elas.

1. A personalização é o novo “bar”

O que significa? O nível e a qualidade dos “contextos de consumo” serão importantes para personalizar as experiências dos clientes, o que será um ponto determinante para quem precisa ganhar “mindshare” e “share of wallet”.

Como a TI pode contribuir? Um passo apontado pela consultoria é livrar-se da desordem e perseguir uma abordagem tecnológica (realmente) estratégica para ganhar, servir e reter clientes. Nesse sentido, o departamento de IT terá que diminuir o foco na sustentação do legado e olhar para a adoção de ferramentas que potencializem o negócio.

2.  Limitar o Customer Experience destruirá os resultados financeiros

O que significa? As empresas precisarão de executar estratégias multidisciplinares de Customer Experience (CX) para otimizar a relação com seus consumidores e usuários.

Como a TI pode contribuir? Reforce os conhecimentos em UX e Design Thinking. Pense o desenvolvimento dos produtos de TI com base nas necessidades dos usuários e consumidores. Fortaleça temas relativos à inteligência de dados; olhe para as oportunidades de aquisição de ativos de software complementares aos já existentes e que ajudem a criar sistemas que permitam transformar dados dos cliente em ações.

3. A liderança será mais importante que nunca

O que significa? A Forrester afirma que vamos testemunhar um período de perturbação extraordinária ao nível da liderança corporativa. Isto acontecerá à medida que as empresas orientarem suas acções, cada vez mais,  de olho nos clientes, fazendo emergir novos líderes empresariais.

Como a TI pode contribuir? Em última análise, a obsessão pelo cliente deve começar pelo CEO. Contudo, o efeito será em cascata e chegará ao departamento de TI. Prepare a TI para responder melhor aos desafios e necessidades dos clientes. Quem não fizer esse movimento talvez seja substituído por profissionais com perfil digital e especialistas em dados.

4. A cultura será um ponto crítico para o sucesso empresarial

O que significa? As empresas viverão um período de investimentos que terão impactos na cultura corporativa, o que provocará a aceleração das estratégias.

Como a TI pode contribuir? Não será mais possível fazer negócios de forma tradicional. Ajuste o seu perfil e organize uma equipa com profissionais que entendam a importância de envolver os clientes da sua organização. Trabalhe próximo de outros líderes departamentais para criar uma plataforma sistémica consistente.

5. Empresas tradicionais vão enfrentar os desafios disruptivos

O que significa? “O império contra-ataca em 2016”. As empresas líderes tradicionais de cada indústria serão cada vez mais confrontadas por novos concorrentes. Será necessário ajustar e apostar nos seus pontos fortes de diferenciação para virar novamente o jogo a seu favor.

Como a TI pode contribuir? Caberá ao CIO encontrar soluções e processos mais ágeis que permitam à empresa trabalhar de forma mais dinâmica.

6. Os programas de fidelizaçãos serão focados no engajamento

O que significa? As empresas vão procurar evoluir os seus programas de fidelização de clientes no sentido de serem cada vez mais interativos e proativos com os públicos-alvos e clientes em geral.

Como a TI pode contribuir? Seu relacionamento deve ter como base personalização e contexto. Logo, os investimentos em tecnologia precisam refletir isso e criar esta afinidade.

7. O Analytics se tornará uma arma fundamental para a competitividade

O que significa? Líderes empresariais estão olhando cada vez mais para a diversidade de dados através dos algoritmos, com o objetivo de que estes os ajudem a antecipar necessidades e comportamentos e a entregar mais valor ao cliente.

Como a TI pode contribuir? Os CIOs devem se posicionar para ajudar a empresa a vencer a batalha de dados – e a não se afogar neles. Ferramentas de Big Data podem ajudar na tarefa de entender melhor os padrões de consumo e antecipar a demanda, obtendo vantagem competitiva.

8. Negar o digital será uma estratégia fatal

O que significa? As companhias precisarão incorporar o conceito de digital em todas as componentes do negócio, harmonizando experiências virtuais e físicas. Paralelamente, terão de ser capazes de mudar rapidamente de rumo para responder às alterações de comportamento  de seus clientes.

Como a TI pode contribuir? Como resultado desta tendência – aceitação e desistência sem precedentes – os clientes tenderão a utilizar dispositivos pessoais para ter experiências mais envolventes, que transcendem os momentos estáticos. Os gestores de TI precisam determinar como as novas tecnologias – incluindo as emergentes, como HaloLens – se encaixam e impulsionam as estratégias.

9. Privacidade evoluirá para uma componente da proposta de valor

O que significa? Para os clientes, a privacidade deixará de ser uma componente necessária, apenas, para se tornar uma componente fundamental na proposta de valor, o que pode afetar o relacionamento com a empresa.

Como a TI pode contribuir? Em uma perspectiva de segurança, a TI terá que ser capaz de criar formas que protejam os consumidores de acordo com as suas necessidades atuais e futuras, sobretudo, no que diz respeito à privacidade e à integridade dos dados

10. As operações serão um núcleo de valor

O que significa? As estruturas de operação também serão orientadas aos consumidores.

Como a TI pode contribuir? Mais do que nunca, será importante trabalhar junto com líderes de marketing para alinhar as ações dirigidas à conquistar e reter consumidores.

Fonte: CIO
Abs
Luiz

Resoluções para 2016: Pense bem antes de investir em uma nova solução de TI


As empresas estão cientes das novas tecnologias disponíveis, mas acrescentar uma nova solução é algo que precisa ser bem pensado. Comumente as empresas investem seus recursos em tecnologia sem estarem prontas o suficiente para extrair todo o potencial das soluções contratadas. E isso pode virar um grande problema.

Comece pelo simples. Ter uma visão clara da realidade da companhia é basilar para a construção de uma estratégia sólida de TI. Saber como os profissionais lidam com tecnologia, qual seu grau de capacitação e, pontualmente, como e onde poderão tirar mais proveito das soluções. Os funcionários são essenciais para o sucesso da implantação e é fundamental que eles ‘comprem’ a ideia e se ambientem o mais rápido possível às mudanças culturais que virão com a inovação. Além disso, deve-se investir recursos e esforços em treinamentos e, principalmente, construir uma Política de Segurança consistente, tendo em mente que os processos e rotinas terão de ser redesenhados e melhorados.

Cloud e mobilidade, por exemplo, são duas grandes tendências de mercado. Mas, à medida que as companhias inserem na internet cada vez mais dados estratégicos, mais expostos a ameaças estão. Sem equipamentos e soluções de segurança completos, como firewalls potentes e sistemas de monitoramento confiáveis, a flexibilidade que a nuvem permite pode acabar se tornando uma “espada de dois gumes”.

Já Software como Serviço (SaaS) traz grandes vantagens, mas também necessita de cuidados. Além da redução de custos tanto de implantação quanto de manutenção, neste modelo, a empresa pode manter uma infraestrutura interna de TI focada no negócio e menos preocupada com a parte técnica, ao contrário do que ocorre no modelo tradicional. Mas, antes disso, é fundamental que se conheça as opções para personalização (espaço para armazenamento, suporte…), entender como será a integração dos serviços e conhecer a segurança física dos datacenters contratados.

Não se deve dar um passo maior que a própria perna. Adquirir ferramentas de tecnologia sejam de BI, Cloud, Segurança… requer um certo grau de maturidade e infraestrutura necessários para que deem os resultados esperados e/ou forneçam informações que irão influenciar tomadas de decisões assertivas. Um trabalho de base é essencial para montar uma estrutura de TI adequada às necessidades das companhias e, com isso, alçar voos mais altos e agregar valor ao negócio. Antes de contratar TI, avalie muito bem.

(*) Luciano Schilling é diretor de negócios da NGXit

Fonte: CIO

Abs

Luiz

O marketing como área corporativa precisa ser inovado


O marketing que conhecemos, com suas idiossincrasias e desgovernanças irá acabar logo. Por quê? Porque é antieconômico, porque não gosta de indicadores, porque tem alergia de controle, porque gasta demais, porque tem entregado de menos. Exceções à parte, o que era para ser o motor mercadológico e de inovação das empresas, acabou se especializando em engordar e se entender mais importante do que realmente é.

O mercado demanda mudanças drásticas, impondo a inovação como resposta para este “Novo Marketing”. Essas mudanças para o marketing atual serão conceituais, de expectativas, de estrutura e de orçamento. Ou seja, será mais governança e menos festa! Mais raciocínio e menos energia!

As principais tendências que nortearão a inovação para este Novo Marketing compreendem a fatores ligados a questões econômicas, sociais, de consumo, de tecnologias, mídias, canais e de modelos de negócio, dentre outras. Vejamos algumas das principais:

–  Globalização -> Meta-Concorrência -> Agilidade -> Melhores Líderes -> Melhores Decisões

–  Revisão das Premissas e Modelos de Negócio e Competitivos

–  Capital Intelectual como Fonte de Valor Corporativo

–  Exigência por Transparência e Melhores Práticas de Governança Corporativa, Sustentabilidade e Construção de Reputação

–  Pressões por Resultados de Curto-Prazo x Perenidade do Negócio

–  Forte Gap entre Planejamento Estratégico e Execução (Insuficiência do BSC)

–  Obsessão por Eficiência Orçamentária

–  Necessidade de Gestão de Relacionamentos de Alto Valor com os Diversos Stakeholders

–  Obrigatoriedade na Mensuração de Intangíveis: Investimentos Racionais e Resultados Mensuráveis em Marketing, TI, Internet, RH e demais “Centros de Custos”

–  Demandas crescentes por Inteligência do Negócio e Conhecimento “Ready to Use”

–  Consumidor 2.0, Web 2.0, Colaboração, Redes Sociais, Comunidades e o Novo Varejo

–  Marketização das Classes C, D e até E, incentivando o consumerismo para alguns produtos e serviços

–  Visão de Clusterização de Clientes em Substituição à Segmentação

–  Adesão às Novas Tecnologias, Mobilidade, Convergência, etc.

Fonte: Estudo “O Novo MKT” – DOM Strategy Partners

E quais são os impactos destas tendências na atual estrutura do marketing nas empresas? Quais fardos se apresentam para serem carregados?

A Reputação Corporativa, certamente, assume o papel central nesta tsunami estrutural que inovará o marketing como área ou departamento.

Não é exagero afirmar, hoje, que as empresas estão forçadas a administrar sua “Conta Corrente Diária de Reputação” (institucional e de suas marcas), que se torna negativa ou positiva em função da resultante da somatória de opiniões, análises, percepções e expectativas que os diversos stakeholders da empresa, geradores de mídia, constroem e reverberam de forma global e instantânea no universo móvel, colaborativo e multicanal parametrizado pela chamada Web Social ou 2.0, sua blogosfera, Sites de Buscas, Redes e Comunidades, Celulares e Smartphones habilitados nas redes, além, é claro, de seu efeito de replicação imediato nas mídias tradicionais, como TV e rádio.

Gerenciar esta conta corrente não é tarefa fácil, assim como não é missão das mais tranquilas interagir com qualidade e valor com os diversos stakeholders corporativos. Definitivamente, as empresas não estão preparadas para isso, seja por conta de mind-set e valores estratégicos corporativos desatualizados, seja por conta de um chassis de processos, sistemas e arquitetura organizacional desajustado do novo ecossistema em que competem.

Entretanto, gerenciar essa conta corrente da Reputação e transformá-la em resultados superiores (vender produtos melhores que os concorrentes para clientes mais fiéis, gerando mais valor ao acionista e market share para empresa) é tarefa do Novo MKT – O MKT de Contexto, que, em nossa visão, será pautado por seis pilares estratégicos, somados aos tradicionais conceitos “Ps” historicamente associados ao Marketing. Estes seis pilares são:

 marketing1

Ao assumir esta postura Customer Centric, as empresas certamente passarão por redefinições de estratégia e convocatórias em seu marketing.

A equação do Novo Marketing, o MKT rachado pela inovação imposta pelo “mundo exterior”, o MKT/2 é: MKT de Contexto = MKTReputação X MKTRelacionamento.

A equação acima imporá novas estruturas organizacionais e funcionais, além de novas atribuições, skills, abordagens e métricas específicas.

Esse modelo presume que todas as iniciativas, ferramentas e projetos de marketing sejam organizados estrategicamente, orçamentária e em termos de gestão em um nível superior ligado diretamente do centro decisório da empresa, responsáveis por coordenar as duas vertentes distintas e complementares do Novo MKT: o MKTReputação, centrado no branding, organizado em torno da relação dos diversos stakeholders com os atributos e valores das marcas corporativas e de produtos da empresa e o MKTRelacionamento, centrado no suporte a vendas, ligado, em toda extensão do Customer Life Cycle, aos diversos Clusters de Clientes e aos Produtos e Serviços da empresa, que consomem ou podem vir a consumir.

Assim, com o futuro “Diretor” de Reputação ficam atribuições e práticas como Comunicação Corporativa, Branding, Relacionamento com Stakeholders, Patrocínios, Eventos, MKT Cultural, Social, Esportiva, MKT de Causas, etc. Já com o futuro “Diretor de Relacionamento” ficam Propaganda, Promoção, Pré Venda, Suporte, Pós Venda, CRM, Call Center, MKT Direto, etc, mesmo que este “Diretor” seja um único “Diretor ou VP”, mas com duas estruturas apartadas em metas, modelo de gestão e indicadores de performance e valor.

Como todo modelo propositivo, esta estrutura não é definitiva, nem tampouco estática. E cada empresa deve adequar estes conceitos à sua estratégia, setor de atuação, dinâmica de mercados, nível de concorrência e perfil de clientes.

Em nossa visão, uma nova era começa para o Marketing.

Cabe ao CEO e ao executivo de marketing (VP, Diretor, CMO) analisar seus respectivos cenários, tomar suas decisões, acreditando ou não nesta proposta sugerida. De qualquer forma, fica o compromisso: daqui a três anos conversamos, novamente, e medimos o quão acertadas foram nossas análises aqui faladas.

(*) Daniel Domeghetti é CEO DOM Stratety Partners

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Migrando o DHCP entre servidores


Em algum momento na vida de um administrador de redes, será necessário realizar uma migração de um servidor DHCP.

Seja algum projeto, uma instalação temporária, uma atualização de sistema operacional.

Neste artigo, iremos verificar os passos necessários para migrar a função DHCP entre servidores, com o menor esforço administrativo.

 

Mais um conteúdo criado no blog do Anderson Patricio.

Confira!

 

Abs

Luiz

Como voltar ao mercado de trabalho quando se é qualificado demais


A maioria das pessoas que procuram emprego teme não ser qualificada o suficiente para o cargo. Agora, o que acontece quando se é qualificado demais para uma tafera? Profissionais podem desejar uma posição inferior por uma variedade de motivos: redução no ritmo de trabalho, maior contato com tecnologias novas, mais tempo com a família ou para voltar a estudar. Na maioria das vezes, porém, a razão costuma ser uma fuga das disputas por liderança corporativa, aponta Jon Mazzocchi, diretor da WinterWyman.

Qualquer que seja o motivo, sempre há a possibilidade de um recrutador desqualificar o seu currículo por sua experiência estar além do que é exigido para determinada vaga. Nem sempre isso diz respeito a questões de idade ou discriminação, mas por medo que você se entedie por falta de desafios, diminuindo sua produtividade e até mesmo deixando a empresa.

Você também pode ser mais qualificado que o contratante, adiciona Mazzocchi. “Recrutadores são menos inclinados a considerar pessoas com mais experiência, conhecimento e habilidade que eles”. Conseguir um emprego para o qual tenha qualificações demais pode ser difícil, mas não é impossível. A questão se resume a estratégia que deve privilegiar. Listamos algumas abordagens abaixo.

Atenue seu currículo
Não se deve mentir no currículo, seja ao adicionar ou encobrir informação, mas alguns elementos podem ser omitidos caso deseje diminuir suas qualificações para disputar uma vaga para o qual se considera qualificado demais. “As pessoas empregam técnicas para retirar informações de seus CVs. Você pode omitir os primeiros trabalhos se quiser. Ao invés de colocar datas de graduações, só coloque os institutos frequentados”, sugere Mazzocchi.

Você também deve estar preparado para responder honestamente sobre qualquer data ou emprego anterior caso lhe seja perguntado, mas essa técnica pode prevenir que os recrutadores desconsiderem seu currículo em uma primeira análise. A tática é especialmente útil caso deseje migrar para outra indústria, opção que lhe daria uma margem maior para mexer em seu CV, posicionando suas experiências para o trabalho desejado ao invés do cargo mantido atualmente.

Evite despertar suspeitas
Antes de diminuir seu currículo, você precisa prevenir qualquer suspeita da pessoa que o analisa. “Existem sinais para os recrutadores. Quando veem que alguém começou em 2005 e o primeiro cargo foi como gerente ou diretor, eles assumem que a pessoa seja mais do que isso”, explica Mazzocchi.

Isso é especialmente válido na era dos registros digitais. Se o seu currículo não condiz com sua página no LinkedIn ou outras redes sociais, as mudanças podem lhe fazer um desfavor. Você não quer começar mal, com um recrutador suspeitando de suas motivações.

A redatora de currículos Kelly Donovan aconselha evitar mudanças em títulos de cargos, que podem ocasionar rápidas rejeições caso uma empresa descubra que você listou uma posição diferente. Ao invés disso, ela sugere a omissão do número de pessoas e verbas gerenciadas, bem como suas responsabilidades em cada função.

Autopromoção
Se você deseja um cargo inferior a suas qualificações, deve estar preparado para explicar claramente seus motivos para o recrutador. Considere isso como uma autopromoção. Seja na entrevista, na carta de apresentação ou no currículo, convença o gerente de contratações das intenções por trás da sua possível mudança de função, considerada um retrocesso.

De acordo com a redatora de currículos Cheryl E. Palmer, você pode fazê-lo ao inverter a lógica da entrevista. “Pergunte ao empregador o que ele procura em um candidato. Isso lhe permitirá saber as habilidades necessárias, informação que pode ser usada para aliviar preocupações que ele possa ter a seu respeito”.

Esclareça suas intenções
Não seja tímido quanto a suas intenções. O recrutador provavelmente terá ressalvas a seu respeito, como sua permanência pretendida ou a falta de desafios – todas boas razões para não contratar alguém. Evite isso ao esclarecer logo de cara seus motivos para querer o trabalho, ajudando-o a compreender suas intenções.

É provável que os responsáveis por analisar seu perfil tenham medo de que você largue a vaga pela primeira oportunidade de um salário maior. Explique que deseja uma posição menor e por quanto tempo planeja permanecer nela.

As empresas não procuram pessoas que desejam permanecer por pouco tempo ou que se entediem facilmente. Elas querem alguém que invista na posição e que apoie a equipe. Deixe que saibam que você tem toda a intenção de levar o emprego a sério.

Tente uma mudança de função interna
Uma transferência interna pode ser mais bem sucedida do que o envio de seu currículo para empresas que não sabem quem você é. A sorte tende a ser maior na companhia que já conhece seus pontos fortes e tem provas documentadas de seu sucesso. Caso você esteja feliz em sua empresa atual, mas deseje uma mudança de ritmo, averigue como seria trabalhar em outros departamentos.

A maioria das empresas não quer perder funcionários, mesmo que isso signifique deixá-los transitar entre departamentos, assumindo outras funções. Você já tem conhecimento sobre a operação do negócio e às vezes pode ser útil a ele ao descobrir como são os demais setores. Se for sortudo o suficiente, a organização pode até mesmo deixá-lo criar seu próprio cargo dentro do departamento escolhido.

Networking
Se você não está tendo sucesso com os métodos tradicionais, tente recorrer à sua rede profissional. Isso pode ajudá-lo a ingressar em uma empresa, caso alguém de dentro defenda seu caso. É uma tática semelhante à transferência interna, mas que lhe permite começar de novo em outra organização.

“Quando você é recomendado por alguém de dentro, isso pesa na confiança que o recrutador tem em você como candidato”, assinala Cheryl. Sua rede de contatos e colegas também tem história com você e pode compreender melhor seus objetivos e ética de trabalho. Tente abordar conhecidos para aumentar suas chances de conseguir um posto para garantir não ser desconsiderado por sua experiência.

Não fique desencorajado
A coisa mais importante a ser lembrada é evitar ser desencorajado. Se você não está obtendo sucesso com o envio de seu currículo ou apelando para conhecidos, talvez deva reconsiderar sua abordagem. Você pode tentar falar com pessoas na indústria que lhe interesse para obter uma noção mais apurada sobre as habilidades e experiências que deve realçar em seu currículo.

Fonte: CIO

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