O gerenciamento de desempenho deve estar entre as metas dos CIOs


Se a empresa puder dar à equipe de funcionários de TI as informações corretas na hora certa, a equipe pode ser muito mais eficiente na resolução de problemas

Escrito por Marcos Corrêa, Gerente Nacional de Vendas da Fluke Networks

 

Na maioria das empresas, cada área tende a centrar-se sobre problemas e prioridades específicas baseadas em seu papel dentro da organização. É isso que faz a estrutura do gerenciamento de desempenho tão importante para uma companhia.

Embora cada grupo dentro da empresa tenha necessidades diferentes, todos estão entrelaçados e causam impactos sobre o sucesso dos demais. Osrequisitos executivos baseiam-se em uma ideia de medir o desempenho de toda a empresa, ou seja, entender o desempenho dos aplicativos fundamentais, aperfeiçoar recursos em toda a empresa e verificar a eficácia e as vantagens competitivas da organização. Por outro lado, os requisitos de arquitetura relacionam-se ao aperfeiçoamento dos recursos da Tecnologia da Informação (largura de banda, equipamento nas instalações do cliente, etc.) e na qualidade da experiência do usuário final. Os requisitos operacionais centram-se em assegurar a disponibilidade e o desempenho, principalmente por meio do monitoramento dinâmico de recursos críticos ao negócio. Já os requisitos dos desenvolvedores de aplicações focam no fornecimento de aplicações críticas ao negócio para os usuários finais, monitorando e medindo a qualidade do serviço  daquele aplicativo, identificando problemas potenciais entre servidores múltiplos e resolução de defeitos, desenvolvendo e melhorando aplicações críticas para o negócio que será entregue.

Desta forma, uma estrutura de gerenciamento de desempenho leva em consideração as necessidades e os requisitos múltiplos para estratégias de aplicativos e de distribuição. Se uma estrutura holística não é seguida, as organizações tendem a ter dificuldade. Quando os grupos são centrados somente em seus objetivos individuais, não têm a visão do impacto que seus problemas causariam nos negócios como um todo. Em vez de seguir a antiga abordagem de focar em um único problema ou usuário, o gerenciamento coloca seu foco em um conjunto de atributos críticos, como: resolver desafios do negócio e desafios operacionais, fornecer ferramentas corretas para grupos diferentes, melhorar e aperfeiçoar o desempenho para comunicações e unificar os requisitos para a distribuição, sem no entanto a complexidade de plataformas ou interfaces múltiplas.

Além disso, outro atributo do gerenciamento de desempenho já é meta de muitos CIOs. A ideia é aumentar não somente o valor de negócio da TI, mas também de quantificar o impacto positivo que essa área tem sobre a companhia como um todo. Ainda existem organizações que consideram a TI exclusivamente como uma ferramenta de redução de despesas. Uma abordagem detalhada e completa de gerenciamento de desempenho permite que uma organização concentre-se sobre a TI como um recurso estratégico que agregue valor para os negócios. Por meio desse gerenciamento é possível atingir seus objetivos gerais, com o suporte dos requisitos de aplicativos e da rede, sem adicionar plataformas e interfaces múltiplas que exijam treinamento e conhecimento extensos.

A otimização da equipe de TI está proximamente relacionada aos benefícios da redução dos custos da TI e seu gerenciamento. Se a empresa puder dar à equipe de funcionários de TI as informações corretas na hora certa, a equipe pode ser muito mais eficiente na resolução de problemas. Sem a necessidade de uma visita remota e evitando desperdício de tempo e até mesmo incidentes, dependendo do local físico e da severidade do problema.

Com a visibilidade correta, as empresas podem reduzir extremamente o custo associado com o desempenho, manutenção e resolução de problemas de aplicativos e de rede. O gerenciamento do desempenho pode ajudar organizações com problemas como despesas com otimização de largura de banda, reduzindo o número de ocorrências, o MTTR médio, o número de visitas remotas e o número de ferramentas com sobreposição.

Marcos Corrêa, Gerente Nacional de Vendas da Fluke Networks

Marcos Corrêa é Pós-graduado em Análise de Sistemas pela PUC Rio de Janeiro e possui quase trinta anos de experiência no mercado de tecnologia, trabalhando prioritariamente na área de canais de empresas como Enterasys Networks, 3Com, Avaya e Audiocodes. Atualmente é Gerente Nacional de Vendas da Fluke Networks.

Abs

Luiz

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