Oito tendências para 2014, segundo a Cisco


A Cisco revelou as principais transformações que podem marcar a evolução do setor tecnológico nos próximos anos, em um evento que estará disponível online nesta quinta-feira, 5/11. As previsões são do Cisco Technology Radar, que reúne um grupo com mais de 70 especialistas.

Conheça as oito tendências pontadas por eles já para 2014:

Colaboração interativa através da Web
A tecnologia WebRTC (Real Time Communication) permitirá a colaboração em tempo real através da Web já que qualquer internauta poderá usufruir das funcionalidades de uma videoconferência, chamadas de voz, mensagens instantâneas e partilha de conteúdos sem instalar plug-ins.

Serviços baseados no contexto
Esta realidade já está mudando a forma de interagir com os dispositivos, que armazenam informação acerca dos seus usuários e da sua vida quotidiana, de modo a que possam oferecer-nos a informação precisa no momento oportuno. Aplicações como o Google Now ou o Voice Search são exemplos desta tendência e a Cisco proporciona serviços baseados em  localização através do Connected Mobile Experiences (CMX), que permite a museus, aeroportos ou centros comerciais localizar os clientes através da rede WiFi e assim disponibilizar serviços ou promoções.

Internet of Everything (IoE) e comunicações M2M
A Internet of Everything (IoE) – ou seja, as conexões entre pessoas, processos, dados e objetos – combina diferentes tendências tecnológicas, incluindo vídeo, mobilidade, Cloud, Big Data e comunicações Machine-to-Machine (M2M). A IoE irá fazer parte do mundo físico (estradas, supermercados, dispositivos biomédicos e até animais e pessoas) através de sensores que irão gerar terabytes de informação na nova economia das aplicações.

Em 2022, as conexões M2M representarão 45% do total, enquanto conexões Person-to-Machine (P2M) e Person-to-Person (P2P) representarão os 55% restantes. O IoE requer novas tecnologias de segurança – como o RPKI (Resource Public key Infraestructure) ou o DNSSEC (Domain Name System Security Extensions) – e novas soluções de gestão de dispositivos móveis (MDM, Mobile Device Management) mais escaláveis e mais centradas na nuvem.

Vídeo em ultra-alta definição
A tecnologia de vídeo em ultra-alta definição (4k-2160p e 8k-4320p) será imprescindível nos smartphones, óculos de realidade aumentada, tablets e outros dispositivos equipados com câmara. Com uma resolução até 16 vezes superior à atual TV em alta definição (1080p), o seu impacto na rede requer a adoção de novas tecnologias como o streaming P2P, redes federadas de distribuição de conteúdos, HEVC (H.265) ou streaming HTTP adaptável.

Análise em tempo real
A capacidade de análise em tempo real baseia-se em diferentes tecnologias que permitem processar os dados em segundos ou minutos, podendo ser aplicada a campos como o Business Intelligence, que vai das primeiras ferramentas de análise financeira a diferentes segmentos como a publicidade ou os transportes, aproveitando o valor dos dados em movimento.

Novas arquiteturas de Internet
A rede não é suficientemente robusta para suportar o crescimento exponencial de dispositivos conectados. Já existem propostas para substituir as infraestruturas baseadas no protocolo IP com um novo paradigma como o Named Data Networking (NDN), que permitirá comunicar a informação através de nomes e não de hosts. Outra tendência consiste nas tecnologias definidas por software (SD-X, Software Defined Any) que devem ir além da virtualização da rede (SDN e NFV) para aumentar a sua escalabilidade tanto mediante recursos físicos como virtuais.

Sistemas de rede autônomos
As redes podem autogerir-se em termos de configuração, proteção, otimização e reparação mediante tecnologias como o Networking Autonomous ou o SON (Self-Organizing Networks).

Múltiplos fornecedores de clouds
Os ambientes cloud públicos, privados e híbridos baseados em configurações estáticas darão lugar aos ambientes cloud dinâmicos e com múltiplos fornecedores. As novas tecnologias intercloud permitirão aos fornecedores descobrir serviços cloud através de múltiplos ambientes, adoptar acordos de nível de serviço (SLA) comuns ou criar acções para oferecer o serviço mais económico.

 

Fonte: CIO

Abs

Luiz

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