É hora de investir no desenvolvimento profissional, próprio e da equipe de TI


Seria desejável que todos os gestores de TI tivessem pelo menos uma missão em seu atual cotidiano: fazer uma apresentação para os demais executivos da organização demostrando a preocupação com a próxima geração de profissionais de TI. Mas o CIO tem as competências necessárias para gerenciar essas complexidades? Os líderes das organizações ainda têm dúvidas.

Quando conversei com alguns líderes de TI sobre o assunto eles mesmos confirmaram essa percepção. Eles mesmos não estão convencidos de terem as ferramentas necessárias para suportar essa nova TI. E, atualmente, poucos deles estão fazendo algo para reduzir a demanda por esse tipo de conhecimento.

Mais um sinal da iminente crise de desenvolvimento em TI vem dos principais programas de educação executiva de todo o mundo. Eles apontam que não há algo mais difícil do que tentar persuadir as organizações a investir em programas de desenvolvimento de executivos para suas equipes de tecnologia da informação – há, claro, exceções. E se lembrarmos de que Louis Pasteur dizia que “a sorte favorece a mente preparada”, surge uma questão: quem está preparando as mentes das novas gerações de líderes que estão por vir?

Existe um entendimento de que há um problema de conhecimento em TI, mas ainda os profissionais falham ao agir sobre ele. Estamos ansiosos, mas imobilizados. Muitos gestores da área estão deixando passar uma excelente oportunidade, já que estamos em um momento de possibilidades sem precedentes na história para criar vantagens competitivas para as orgniazações por meio da tecnologia.

As próximas gerações de profissionais de TI estarão prontas para mostrar o verdadeiro valor da tecnologia. Mas os atuais CIOs estão dando as ferramentas e o suporte necessário para o desenvolvimento dessas pessoas?

O mesmo acontece com a auto-educação. Pouquíssimo tempo de um CIO é gasto com o desenvolvimento de novas habilidades de gestão de TI. Pouquíssimos CIOs têm o hábito de financiar o desenvolvimento de suas carreiras. O caminho mais rápido e mais acessível para a auto-educação é relacionar-se com líderes que estão movendo rapidamente a curva de aprendizagem de tecnologias emergentes.

No mundo profissional, o que você fez e o que você aprendeu não são decisivos na sua carreira – o que você pode fazer e  o valor do que você pode agregar é que pode impunsioná-lo ou não. Você precisa ser percebido como um “artista de valor.” Seth Godin, autor de Poke the Box, relata a história de Marcel Duchamp, que maliciosamente apresentou um urinol para uma exposição de arte de 1917. Duchamp era um artista e não um encanador.

O futuro pertence aos profissionais de TI que consigam ser cientistas e artistas ao mesmo tempo. O tipo certo de líder de TI é um empreendedor, um inovador, um cientista de dados, um agente de mudança, um educador e um diplomata.

(*) Thornton A. May é autor do livro The New Know: Innovation Powered by Analytics e diretor executivo da IT Leadership Academy

Fonte: CIO

Abs

Luiz

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