Cinco lições de segurança da informação que podemos aprender com Star Wars


Com o sucesso do recém-lançado filme Star Wars – O Despertar da Força, muitos fãs aproveitaram para revisitar as trilogias anteriores da famosa saga intergaláctica. Sob o prisma da segurança da informação, os especialistas da Eset, fornecedora de soluções de segurança da informação,listaram cinco lições e inspirações que o filme Star Wars – Uma Nova Esperança (o primeiro da série, lançado, em 1977, e o quarto na ordem cronológica da trama) traz para o tema cibersegurança.

Lição 1: Não subestime o poder de criptografia
Para garantir que os detalhes de sua comunicação permaneçam em sigilo, de modo que apenas o receptor tenha acesso a eles, a melhor forma de fazer isso é por meio da criptografia.

No caso de Star Wars – Uma Nova Esperança, quando a Princesa Léia precisa enviar uma mensagem para a sua “única esperança”, o Obi- Wan Kenobi, pois o Império está atrás de suas informações, ela opta por criptografar seu pedido de ajuda (assim como o projeto da Estrela da Morte) e esconde-o em seu droid R2-D2.

Léia sabe que, caso o R2- D2 seja capturado, os dados sigilosos permanecerão seguros graças à criptografia. Isso porque, embora possam ser acessadas pelos vilões, as informações permanecerão ilegíveis, pois apenas Obi-Wan tem a chave necessária para descriptografar a mensagem.

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Lição 2: Entenda a engenharia social
A engenharia social é uma forma eficaz de manipulação que permite aos cibercriminosos  enganar vítimas. Do ponto de vista da segurança da informação, esse metodo é usado para coletar secretamente informações sensíveis e obter acesso a dispositivos e contas, geralmente para uso fraudulento.

Os Jedi são, em alguns aspectos, mestres da engenharia social (nesse caso, usado para o bem maior da galaxia, é claro). Isso pode ser visto na cena em que Obi- Wan, acompanhado por Luke Skywalker, é parado por stormtroopers quando estava a caminho para encontrar Han Solo e Chewbacca. Nesse momento, o mestre Jedi percebe que vai ser abordado pelos soldados da tropa para identificar-se e, rapidamente, com um movimento sutil de mão, refuta o pedido.

Os stormtroopers nem percebem que tinham acabado de ser enganados. Se tivessem conhecimento de técnicas de engenharia social, provavelmente, Obi-Wan teria que recorrer à outro metodo para enganar a segurança dos soldados.

Lição 3: Cuidado com as vulnerabilidades
Mesmo os sistemas de segurança mais abrangentes têm suas vulnerabilidades. Por isso, é essencial avaliar constantemente os meios de proteção usados como forma de descobrir falhas ocultas que podem ser usadas por invasores.

Consciente dessa questão, o General Tagge, durante uma reunião com seus colegas e superiores, adverte que uma brecha no sistema de dados do Império pode ser uma porta de entrada para um possível ataque. “Eles podem encontrar um ponto fraco e explorá-lo”, adverte Tagge, destacando que a informação acessada é altamente sensível e representa um perigo.

No entanto, essa análise da situação não é compartilhada por todos. O General Motti, por exemplo, subestima a ameaça: “Qualquer ataque feito pelos rebeldes contra esta estação seria uma ação inútil, não importa o que os dados técnicos que obtiveram.”

Enquanto a Estrela da Morte é fortemente protegida, uma pequena vulnerabilidade é descoberta pela Aliança Rebelde: uma exposição do porto de exaustão térmica que está conectado ao núcleo do reator da estação espacial que pode ser acessada por uma pequena abertura. Um ataque ali representa fim de jogo para o Império.

Lição 4: A presença de algo escondido (cavalo de tróia)
Um cavalo de Tróia é um tipo de software malicioso que, além de executar as funções para as quais foi aparentemente projetado, também realiza outras funções, normalmente maliciosas e sem o conhecimento do usuário.

No filme, a tripulação do Millennium Falcon – logo depois de ser apanhada pelo raio trator da Estrela da Morte e de descobrir que o planeta Alderaan tinha sido destruído – possui todas as características de um trojan. Isso porque ao capturar a nave, o império, mesmo cauteloso, não tem ideia de que está prestes a ser contaminado. O mesmo acontece com o cavalo de Tróia, quando o usuário baixa um link corrompido, este passa a infectar todo o sistema para um fim malicioso.

Ao mesmo tempo, Darth Vader mata Obi-Wan, pois percebeu o software mal-intencionado e tentou contê-lo, mas era tarde demais. O raio trator já estava desativado, a Millennium Falcon consegue escapar e a Aliança Rebelde se apodera do projeto Estrela da Morte para ganhar a batalha.

Lição 5: A importância da senha e da autenticação adequada
A probabilidade de ter dados divulgados ou violados é bem grande  quando não se investe em senhas fortes e autenticação de dois fatores (2FA), bem como não ter uma política de acesso definida.

Foi o que aconteceu com a Estrela da Morte que, por não ter uma senha de acesso forte, tornou o trabalho do droid R2-D2 ainda mais fácil. Ele não só foi capaz de conectar-se com o computador central da estação, como também conseguiu localizar informações específicas com muito pouco esforço – no caso, a localização da princesa Léia.

Além disso, quando os heróis estão presos no compactador de lixo, R2-D2 foi mais uma vez capaz de localizar facilmente os dados e controles para modificar o sistema. Em todos esses casos, senhas e fatores de autenticação seriam capazes de dificultar o acesso às informações pelo droid.

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Fonte: CIO

Abs

Luiz

Microsoft é a empresa para ficar de olho em 2016


Não é sempre que a Microsoft é a empresa para se prestar atenção em determinado ano. Mas em 2016, definitivamente, será.

O CEO Satya Nadella e sua equipe têm abalado as coisas, surpreendendo os clientes com bons produtos, um movimento contínuo em direção à nuvem, adesão ao código aberto, e uma vontade forte de levantar-se  a favor da defesa da privacidade dos usuários diante da pressão dos governos por maios segurança.

Além disso, temos que reconhecer um sucesso nascido nos velhos tempos de Steve Ballmer: o Windows 10. Ter raízes no mundo PC é problemático, para dizer o mínimo, mas o Surface Book é (surpresa) um produto interessante, que mostra que a empresa está repensando a velha escola, na medida do possível. Até mesmo inspirando – ou pode ser superando – a Apple, com o mais novo Surface, o Pro.

Existem ainda grandes desafios, e a maioria deles está no mundo mobile. A compra mal feita da Nokia custou bilhões, e pior, mostrou-se incapaz de desenvolver uma estratégia móvel coerente anos depois. Algo imperativo hoje.

O balanço geral, no entanto, é definitivamente favorável à Microsoft. Algo que dificilmente poderia ser dito há alguns anos. Wall Street fez um monte de previsões ruins sobre empresas de tecnologia, mas está projetando uma performance (preço-lucro) melhor para a  Microsoft, no futuro, que a da Apple.

Batendo os fabricantes de PC em seu próprio jogo
Execução sem falhas é algo que poucas empresas conseguem, e a Microsoft não é exceção. Tanto o Windows 10 quanto o Surface Book têm problemas que não podem ser ignorados. Mas ao contrário do Windows Vista ou do Windows 8, os atuais problemas do Windows 10 são solucionáveis. O mesmo pode ser dito do Surface Book.

A Microsoft entrou no mercado de hardware há alguns anos, quando ficou claro que nenhum dos fabricantes de PCs estava disposto a produzir um tablet decente rodando Windows. O Surface original, especialmente a versão RT, era estranho e quase inúti. Não foi bem aceito – falando francamente, custou à empresa um prejuízo contábil de 900 milhões de dólares.

Agora compare-o  com o novo Surface Pro 4. O novo tablet é alimentado pelo novo processador Skylake, da Intel, para o qual a Microsoft reformulou todo sistema de distribuição de calor, pertindo que os chips atinjam velocidade máxima, para que possam suportar com louvor as aplicações mais exigentes.

Da mesma forma, a Microsoft entrou no mercado de PCs porque os fabricantes de PCs foram de uma falta de imaginação irritante. O Surface Book chegou a ser considerado pela imprensa especializada, e aí peço licença oara citar meu colega Woody Leonhard, “uma peça de hardware sexy”. Quando foi a última vez que você ouviu alguém se referir a algum profuto da Microsoft desta forma?

Acredito que a Microsoft não esteja interessada em investir toneladas de dinheiro para produzir mais uma máquina cara, como já acontece com o Surface Pro 4, mas é evidente que a empresa pretende empurrar os fabricantes de PCs a fazerem melhores produtos.

Do código aberto à realidade aumentada
Não é preciso voltar muitos anos no tempo para encontrar evidências da rejeição arrogante da Microsoft em relação à comunidade open source. Isso vem mudando já há algum tempo. Com a empresa se esforçando para manter os desenvolvedores ao seu lado, o open source tornou-se ainda mais importante.

Houve um desenvolvimento chave nessa frente no mês passado quando a Microsoft anunciou planos de abrir o código fonte do seu motor JavaScript Chakra. Ele mostra, como o meu colega Serdar Yegulalp escreveu, “que a Microsoft quer se tornar um player relevante no ecossistema JavaScript, que tem a ambição de ser uma plataforma de execução quase universal para todo o tipo de software.”

Não há uma enorme quantidade de dinheiro aqui, mas a estratégia oe Chakra é indicativo de uma nova abertura e disponibilidade para trabalhar em ambientes onde a Microsoft, definitivamente, nunca esteve em posição de dominar o campo de jogo.

Por fim, há o HoloLens. Claro, ela já foi adiado algumas vezes, mas estou animado para ver a dedicação da Microsoft ao produto – ele praticamente eclipsou o Windows nos últimos grandes eventos da companhia. Mais importante, ele mostra uma vontade de ir além da zona de conforto corporativo.

Peter Bright, do Ars Technica, coloca desta forma: “Com HoloLens vi objetos virtuais – castelos Minecraft, janelas Skype, até mesmo a superfície de Marte –  e espacialmente integrados com o mundo real.”

A realidade aumentada tem o potencial de ser mais do que um brinquedo legal. Empresas como a Epson já desenvolveram e venderam unidades que ajudam os técnicos de campo a corrigir dispositivos complexos e trabalhadores do armazém a escolher produtos das prateleiras. Este campo é lotado de opções, e vai demorar algum fazendo por Microsoft para ter sucesso, mas a sua vontade de arriscar fala mais alto.

Não quero minimizar as fraquezas da nova Microsoft ou defender o comportamento grosseiro como a sua campanha irritante força os usuários a baixarem o Windows 10. Mas venho assistindo ao declínio da Microsoft como uma potência tecnológica relevante ao longo dos anos, e agora vejo um monte de razões para esperar um ressurgimento. Olhe com atenção para a Microsoft em 2016.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Seis projetos estratégicos que sua empresa pode implementar em 2016


Como 2016 começa agora, é o momento para empresas (independentemente do tipo e tamanho, localização, produto ou serviço que oferece)  debruçarem-se sobre projetos estratégicos a implementar nos próximos 11 meses.

Quase sempre, prrojetos são realizados com a finalidade de gerar receitas e oportunidades de crescimento, buscando a inovação ou mesmo o aumento da notoriedade da marca. Mas existem projetos básicos que devem estar no radar de todas as empresas.

Aqui estão seis projetos que todo negócio pode implementar em 2016 para ajudar a garantir que seus funcionários, processos e tecnologias estejam  trabalhando em conjunto,  e de forma eficaz para criar melhores oportunidades e evitar perdas.

Ponha mais foco em projetos que apoiam a estratégia
Independente do porte da sua empresa, seu primeiro projeto deveria ser uma iniciativa para avaliar a visão e a direção pretendidas para o negócio, e garantir que todos os projetos apoiam essa visão. Se sua empresa é pequena, você pode conseguir isto através da atribuição de uma pessoa para ser um gerente de projeto, dedicado ou não. As organizações maiores podem fazer a transição do tradicional Project Management Office (PMO) para um Enterprise Project Management Office (EPMO), que garante que todos os projetos, programas e portfólios estão canalizados de forma eficaz e eficiente para suportar totalmente o direcionamento estratégico.

Reavalie as necessidades do cliente
Agora é a hora de parar e pensar sobre se o seu produto ou serviço atende às necessidades de seus clientes atuais ou potenciais. Você já solicitou o feedback de seus clientes? Que tipo de resposta você recebeu? Seu produto ou serviço atende às necessidades de seus clientes? Se não, algo precisa mudar. Mas se já atende, talvez superar suas expectativas venha ser o novo objetivo.

De qualquer forma, este seria um bom momento para atribuir recursos de gerenciamento de projeto para resolver isso, e ficar à frente da concorrência. Lembre-se, as necessidades do cliente mudam. É mais fácil e menos dispendioso manter um cliente existente feliz do que ter que encontrar um novo.

Invista em BPI
Os processos que foram postos em prática quando o negócio começou podem ter deixado de ser eficazes ou relevantes. Esta é outra área que as empresas devem rever anualmente para reduzir problemas causados ​​por processos ineficientes.

Processos devem ser atualizados ou, possivelmente, removidos, se já não fizeram mais sentido, ou gerarem trabalho desnecessário para os funcionários. Isso nem sempre significa a necessidade de gastar mais com reengenharia. Muitas vezes é necessário fazer apenas pequenas modificações em um determinado processo para atingir melhorias globais, economia de tempo e redução de custos . Não faz sentido continuar a utilizar um processo ou um processo parcial se a única razão dele vigorar for o fato daquilo “sempre ter sido feito assim”. Esta é uma daquelas áreas em que o desempenho passado não deve, necessariamente, ser um indicador de desempenho aceitável no futuro.

Revisite ofertas dos fornecedores
A inércia leva muitos empresários e gestores a continuarem pagando por serviços que não já atendem plenamente as suas necessidades. As empresas crescem e suas necessidades mudam. Muitas vezes suas funções de back-office já não conseguem pode manter um ritmo capaz de suportar os requisitos de crescimento atuais e futuros.

Todas as ofertas dos fornecedores devem satisfazer plenamente as necessidades do negócio. Caso contrário, estaremos diante de um caso de mau uso dos recursos financeiros. Reavaliar anualmente seus fornecedores é um projeto que dever estar na lista de prioridades de qualquer empresa.

Revise dos IS&T (Information Systems & Technology)
Em conjunto com a revisão das ofertas dos fornecedores, fazer um inventário de todos os sistemas e tecnologias de informação também deve estar em sua lista de projetos prioritários. Os avanços estão sempre ocorrendo, e como seu negócio cresce ou muda,  os sistemas/aplicações e as tecnologias que você usa também podem exigir mudanças.

Não se trata de abandonar o barco e mudar todos os fornecedores e prestadores de serviço anualmente, apnas de avaliar periodicamente as ofertas, porque as  existentes podem já não serem suficientes para suportar o negócio no curto ou no médio prazo. O planejamento cuidadoso é a chave para encontrar soluções escaláveis.

Avalie seus recursos humanos
Este é um dos projetos mais importantes e mais difíceis de abordar, uma vez que tem o poder de deixar os funcionários em pânico. Mas também pode ser gratificante para muitos funcionários, pois é um processo que pode gerar oportunidades de crescimento profissional. Seja transparente e converse com os empregados sobre esta iniciativa com antecedência, para aliviar o medo da perda do emprego.

O objetivo por trás deste projeto deve ser o de buscar maior produtividade, combinando conjuntos de habilidades de alto nível com os principais requisitos de emprego e, em seguida, realocar esses recursos humanos para melhor atingir seus objetivos estratégicos. Faz sentido sentar-se com funcionários, individualmente, para discutir seus interesses e objetivos de carreira em conjunto com os objetivosdo negócio para criar o máximo de sinergia possível antes de fazer qualquer alteração.

Lembre-se, empresas que criam um ambiente de confiança entre seus funcionários, inspiram forte sentimento de orgulho pelo trabalho realizado e pelo propósito da empresa são geralmente as mais lucrativas.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Como conseguir um novo emprego em 2016?


O desemprego está em alta entre os líderes de TI e as perspectivas é que não haja uma melhora em curto prazo. Além disso, se observa um crescente desânimo no mercado profissional com a insatisfação dos profissionais por motivos variados, criando uma crescente busca por um reposicionamento no mercado no trabalho. Contudo, alguns cuidados devem ser tomados antes de qualquer ação de procura de emprego ou mesmo de mudança.

É importante ter claro que, em momentos de incertezas na economia e nos resultados das empresas, o surgimento de novas oportunidades fica comprometido, com isso, buscar uma recolocação no mercado de trabalho tende a ser mais dificultoso. Mas, isso não torna impossível.

Desemprego é motivo de desespero?
Pode parecer difícil manter a calma diante o desespero e as informações negativas do mercado que vemos diariamente, mas, nesse momento manter a tranquilidade e equilíbrio torna-se um fator essencial para o reposicionamento profissional.

Para e repare como sempre a ansiedade e o desespero tende a dificultar ainda mais o raciocínio e apresentação de suas habilidades técnicas e comportamentais. Por isso, controle-se.

Além disso, agir por impulso vai induzi-lo a decidir por uma oportunidade qualquer, que não agregará em sua vida profissional ou poderá deixar vulnerável a golpes existentes no mercado, por trás de oportunidade milagrosas de ganhos.

Assim, primeiro ponto que ressalto, mantenha o raciocínio lógico.

Passos para se reposicionar
A busca por reposicionamento não é tão simples, porém também não é impossível, sendo necessário planejamento e preparo em suas ações e construções de novas oportunidades. Cito sete passos que julgo importantes para que essa busca tenha êxito:

1. Amplie sua rede de relacionamentos a cada momento, isto é trabalhe o seu network, lembrando que esse não deve ser utilizado somente nas necessidades. Assim, esteja pronto também para ajudar e nunca deixar de ser lembrado;

2. Defina a estratégia para que possa desenvolver sua autoapresentação, de forma transparente, segura e que demonstre preparo;

3. Crie interesse por parte do entrevistador, através de um Curriculum Vitae bem elaborado, com ordem e clareza na apresentação descrita e verbal, apresentando quais seus objetivos e seu potencial;

4. Cuide da imagem pessoal. É tão importante quantos os demais itens. Demonstra autoestima e amor próprio, pois, primeiro temos que gostar de nós mesmos para depois gostar do que fazemos;

5. Busque conhecimento e informações além de sua formação, a fim de manter-se atualizado diante das mudanças de mercado;

6. Conheça as empresas que tem interessem em buscar oportunidades, analisando seus produtos ou serviços, estrutura e sua colocação de mercado.

7.  Seja transparente e autêntico, pontos que atraem as empresas. Não queira construir um personagem. Seja você mesmo, demonstre o quanto tem valor nas competências técnicas e comportamentais.

Estou empregado, mas insatisfeito

O fato de passarmos por uma crise não significa que os profissionais que estejam posicionados e desmotivados devam ficar estagnados, sem analisar novas possibilidades. Porém, aconselho que primeiramente se busque quais os motivos que estão levando a condição de desmotivação, criando oportunidades de mudança do ambiente e tornando-o mais atraente.

Após essas ações e análises, concluindo-se que realmente é momento, recomendo que busque novas oportunidades, contudo, antes de deixar a colocação atual, aguarde o melhor momento e uma boa proposta para tomar a decisão em definitivo.

Enquanto isso não ocorrer, busque motivação para contribuir com a empresa, atitude que considero no mínimo profissional e que dará respeito e consideração futura. Lembrando que deixar um legado positivo em resultados e em atitudes pode consolidar sua imagem em seu campo profissional.

 

(*)   Celso Bazzola é consultor em recursos humanos e diretor executivo da BAZZ Estratégia e Operação de RH

 

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Como usar o Linkedin para atrair talentos de TI


O problema dos sites de emprego é terem uma audiência focada basicamente na procura de um novo emprego. Portanto, a única opção para as empresas é publicar um anúncio e esperar.

No entanto, essa dinâmica impede o acesso a candidatos passivos. Ou seja, aqueles que não estão ativamente à procura de trabalho, mas podem estar interessados em uma oportunidade de carreira. E é aí neste aspecto que o LinkedIn está a mudando o cenário.

Agora, é possível identificar candidatos talentosos, que não estejam necessariamente à procura de emprego. Quando se encontra alguém com um conjunto adequado de habilitações, experiência e cultura, é possível iniciar conversações para convidá-lo a integrar o time de um projeto.

Como? Aqui estão algumas sugestões:

1 – Causando uma boa impressão
Assim como no mundo real, no virtual também deve haver um esforço para se dar uma boa impressão. Isso passa por ter uma presença constante no LinkedIn, acualizada e dinâmica. O mínimo a fazer é ter uma página da empresa, permanentemente atualizada, e que mantenha um compromisso com a comunidade de bem informar.

Neste sentido, as páginas empresariais do LinkdedIn oferecem agora um upgrade mais dinâmico e eficaz para compartilha de conteúdo. É possível mostrar fichas sobre os produtos ou serviços oferecidos pela empresa. E até oferecer empregos.

2 – Identificando habilidades e competências dos candidatos
Para incluir palavras-chave no perfil procurado, podemos usar um pequeno truque: procurar perfis semelhantes de pessoas que estão na mesma situação e ver que palavras usam. Além disso, os candidatos podem encontrar ofertas semelhantes em empresas no mesmo setor.

3 – Indo mais longe
Ao identificar um perfil adequado pode-se clicar no canto superior direito da página para acessar um conjunto de perfis semelhantes. Assim, é possível encontrar outros candidatos de campos e setores afins.

4- Utilizando os contatos dos funcionários
É aconselhável pedir aos membros da equipe para que, caso conhecem candidatos para a nova posição necessária, indiquem ou os incluam em suas próprias conexões, para facilitar o contato.

Os grupos
Os grupos do LinkedIn são outro recurso gratuito do Linkedin muito útil para encontrar novos talentos. Em suma, é possível identificar os líderes dessas sub-redes de conhecimento, ver quem responde mais às perguntas e oferecem mais conselhos.

Se a empresa estiver envolvida nesses grupos pode ter uma visão melhor do que está a acontecer no mercado e poderá explicar as suas prioridades aos empregados com potencial.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Dicas para conscientizar sua equipe e evitar resistência durante a adoção de boas práticas


Há um tempo em que é preciso abandonar as roupas usadas, que já tem a forma do nosso corpo, e esquecer os nossos caminhos, que nos levam sempre aos mesmos lugares. É o tempo da travessia: e, se não ousarmos fazê-la, teremos ficado, para sempre, à margem de nós mesmos.” Fernando Pessoa

Este artigo é uma reunião de técnicas simples para ajudar a trabalhar com a conscientização de equipes, minimizando a resistência dentro de projetos de adoção deboas práticas.

1) Reconheça o verdadeiro risco de seu projeto falhar

“Não sei bem se é de técnicas que eu preciso. O problema mesmo, Fernando, é que onde eu trabalho, as pessoas são muito resistentes.” 

Perdi as contas de quantas vezes escutei este depoimento de profissionais durante treinamentos e consultorias. Este argumento parece justificar a falta de inciativas paramudanças organizacionais.

A verdade é que a resistência a mudanças é um fator humano e não há lugar onde não exista.

Ao contrário do que você pode estar pensando: não, seu ambiente não é tão mais difícil dos demais, pois mesmo diante da diversidade de fatores culturais, em todo ambiente empresarial existe um elemento comum, que é a maior das preocupações quando se trata deriscos em projetos de conscientização: as pessoas.

Portanto, o primeiro passo é reconhecer que conscientizar pessoas não é fácil, mas é um trabalho a qual você terá que se dedicar inúmeras vezes durante a vida, independente de adoção ou não de boas práticas. Concluir que o lugar onde você trabalha atualmente torna esta tarefa impossível é uma simples ilusão!

Conhecer a respeito dos diferentes perfis de pessoas com quem trabalha pode ajudar a vencer um pouco do pessimismo diante da resistência. A seguir, indico algumas leituras que me ajudaram:

2) Escolha a pessoa certa para liderar o projeto

A responsabilidade de “contaminar” a organização com novas iniciativas precisa ser responsabilizada, gerenciada e medida por um líder. Algumas habilidades profissionais desejadas são: empatiacomunicação, iniciativa e resiliência.

A depender do cenário, a pessoa ideal pode estar dentro da empresa. Em outros casos, é adequado que alguém de fora seja escolhido, para dar a impressão de que a equipe está respirando “novos ares” quando começar a interagir com este líder.

3) Envolva a equipe o mais cedo possível

As pessoas costumam participar de maneira positiva quando se sentem sujeitos ativos durante a mudança, e negativamente quando passivos.

Não tente deixar para envolver a equipe no final da execução do projeto de adoção de boas práticas, quando os processos /procedimentos /políticas já estão modelados e prontos para serem aplicados. É bem provável que você se frustre se fizer isso.

4) Escute

Assim como qualquer outro projeto, este exige participação da equipe de forma colaborativa e contínua.

A equipe é responsável por tarefas para definir requisitos, escopo, riscos, entre outrasáreas de conhecimento envolvidas em um projeto. Escutar sua equipe pode fazer toda a diferença durante a adoção de boas práticas.

5) Invista em capacitação contínua

Imagine que você está adotando as boas práticas da ITIL para realizar um diagnóstico emodelagem de processos, ou estruturando uma metodologia interna de gerenciamento de projetos baseada no PMBOK.

Em ambos casos, você investe em uma capacitação de 24h para a equipe que será afetada por este projeto e obtém o comprometimento de todos com o treinamento.

Ao concluir a etapa descrita no parágrafo anterior, significa que a capacitação está concluída, certo? Errado.

Durante a adoção de boas práticas, treinamentos constantes devem ser ministrados, alguns genéricos e outros mais específicos à área de atuação do profissional. Alguns para toda a equipe, outros para um grupo menor. Alguns introdutórios outros avançados.

6) Crie bons canais de comunicação 

Todos que são afetados pela adoção das boas práticas devem ser comunicadosfrequentemente sobre o avanço do projeto, os benefícios obtidos, problemas enfrentados, entre outras informações relevantes.

Busque uma ferramenta de comunicação que mais se adéque ao seu ambiente: boletim digital, folhetos, emails, eventos, etc.

7) Motive

Como em todo projeto, recompensas são essenciais para a motivação da equipe. As próprias boas práticas de gestão de projetos recomendam que todo projeto deve contar com um plano de como motivar a equipe durante sua execução, incluindo formas de recompensar.

8) Dê exemplo

É importantíssimo que os membros de gerência, diretoria e alta administração estejam disciplinados em relação ao uso das novas práticas para que isso contamine positivamente o restante da equipe. Lembre-se “A palavra convence, mas o exemplo arrasta.”

9) Persista

Encontrar resistência não é motivo para desistir. Quanto maior for a persistência pela aderência às boas práticas, maior a probabilidade de obter resultados (parece óbvio o que acabei de escrever, mas precisa ser dito).

Não espere que 99% da organização passe a seguir o novo procedimento / processo ou aderir a qualquer que seja a mudança no momento exato que esta entra em vigor. Preveja os desvios de procedimentos em sua gestão de riscos e planeje como combatê-los.

Relatórios mensais podem ser encaminhados, registrando os desvios de procedimentos eações corretivas; reuniões devem ser usadas para tratar dos episódios em que ocorreram estes desvios; reciclagens podem ser previstas para profissionais em novos treinamentos. Tudo, enfim, deve ser tratado de forma transparente e contínua.

A própria insistência contribui para que todos passem a tratar com seriedade a inovação implementada e desenvolver novos hábitos de trabalho.

Fonte: Portal GSTI

 

Abs
Luiz

Tendências em TI para 2016, segundo a Forrester


2016 será um ano de muita ação para as empresas. Será também o período em que as organizações colocarão as suas estratégias em linha com a demanda dos clientes, quer queiram, quer não. A boa notícia? A área de TI terá um papel fundamental neste contexto.

Em muitos casos, os gestores de TI vão liderar o processo de transformação. Com base neste pressuposto, a Forrester identificou e listou dez tendências que vão “comandar os negócios nos próximos doze meses, e o que os CIOs devem fazer para estar alinhados com essas necessidades do negócio e responder a elas.

1. A personalização é o novo “bar”

O que significa? O nível e a qualidade dos “contextos de consumo” serão importantes para personalizar as experiências dos clientes, o que será um ponto determinante para quem precisa ganhar “mindshare” e “share of wallet”.

Como a TI pode contribuir? Um passo apontado pela consultoria é livrar-se da desordem e perseguir uma abordagem tecnológica (realmente) estratégica para ganhar, servir e reter clientes. Nesse sentido, o departamento de IT terá que diminuir o foco na sustentação do legado e olhar para a adoção de ferramentas que potencializem o negócio.

2.  Limitar o Customer Experience destruirá os resultados financeiros

O que significa? As empresas precisarão de executar estratégias multidisciplinares de Customer Experience (CX) para otimizar a relação com seus consumidores e usuários.

Como a TI pode contribuir? Reforce os conhecimentos em UX e Design Thinking. Pense o desenvolvimento dos produtos de TI com base nas necessidades dos usuários e consumidores. Fortaleça temas relativos à inteligência de dados; olhe para as oportunidades de aquisição de ativos de software complementares aos já existentes e que ajudem a criar sistemas que permitam transformar dados dos cliente em ações.

3. A liderança será mais importante que nunca

O que significa? A Forrester afirma que vamos testemunhar um período de perturbação extraordinária ao nível da liderança corporativa. Isto acontecerá à medida que as empresas orientarem suas acções, cada vez mais,  de olho nos clientes, fazendo emergir novos líderes empresariais.

Como a TI pode contribuir? Em última análise, a obsessão pelo cliente deve começar pelo CEO. Contudo, o efeito será em cascata e chegará ao departamento de TI. Prepare a TI para responder melhor aos desafios e necessidades dos clientes. Quem não fizer esse movimento talvez seja substituído por profissionais com perfil digital e especialistas em dados.

4. A cultura será um ponto crítico para o sucesso empresarial

O que significa? As empresas viverão um período de investimentos que terão impactos na cultura corporativa, o que provocará a aceleração das estratégias.

Como a TI pode contribuir? Não será mais possível fazer negócios de forma tradicional. Ajuste o seu perfil e organize uma equipa com profissionais que entendam a importância de envolver os clientes da sua organização. Trabalhe próximo de outros líderes departamentais para criar uma plataforma sistémica consistente.

5. Empresas tradicionais vão enfrentar os desafios disruptivos

O que significa? “O império contra-ataca em 2016”. As empresas líderes tradicionais de cada indústria serão cada vez mais confrontadas por novos concorrentes. Será necessário ajustar e apostar nos seus pontos fortes de diferenciação para virar novamente o jogo a seu favor.

Como a TI pode contribuir? Caberá ao CIO encontrar soluções e processos mais ágeis que permitam à empresa trabalhar de forma mais dinâmica.

6. Os programas de fidelizaçãos serão focados no engajamento

O que significa? As empresas vão procurar evoluir os seus programas de fidelização de clientes no sentido de serem cada vez mais interativos e proativos com os públicos-alvos e clientes em geral.

Como a TI pode contribuir? Seu relacionamento deve ter como base personalização e contexto. Logo, os investimentos em tecnologia precisam refletir isso e criar esta afinidade.

7. O Analytics se tornará uma arma fundamental para a competitividade

O que significa? Líderes empresariais estão olhando cada vez mais para a diversidade de dados através dos algoritmos, com o objetivo de que estes os ajudem a antecipar necessidades e comportamentos e a entregar mais valor ao cliente.

Como a TI pode contribuir? Os CIOs devem se posicionar para ajudar a empresa a vencer a batalha de dados – e a não se afogar neles. Ferramentas de Big Data podem ajudar na tarefa de entender melhor os padrões de consumo e antecipar a demanda, obtendo vantagem competitiva.

8. Negar o digital será uma estratégia fatal

O que significa? As companhias precisarão incorporar o conceito de digital em todas as componentes do negócio, harmonizando experiências virtuais e físicas. Paralelamente, terão de ser capazes de mudar rapidamente de rumo para responder às alterações de comportamento  de seus clientes.

Como a TI pode contribuir? Como resultado desta tendência – aceitação e desistência sem precedentes – os clientes tenderão a utilizar dispositivos pessoais para ter experiências mais envolventes, que transcendem os momentos estáticos. Os gestores de TI precisam determinar como as novas tecnologias – incluindo as emergentes, como HaloLens – se encaixam e impulsionam as estratégias.

9. Privacidade evoluirá para uma componente da proposta de valor

O que significa? Para os clientes, a privacidade deixará de ser uma componente necessária, apenas, para se tornar uma componente fundamental na proposta de valor, o que pode afetar o relacionamento com a empresa.

Como a TI pode contribuir? Em uma perspectiva de segurança, a TI terá que ser capaz de criar formas que protejam os consumidores de acordo com as suas necessidades atuais e futuras, sobretudo, no que diz respeito à privacidade e à integridade dos dados

10. As operações serão um núcleo de valor

O que significa? As estruturas de operação também serão orientadas aos consumidores.

Como a TI pode contribuir? Mais do que nunca, será importante trabalhar junto com líderes de marketing para alinhar as ações dirigidas à conquistar e reter consumidores.

Fonte: CIO
Abs
Luiz
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