Como proteger os dispositivos da Internet das Coisas em uma rede Wi-Fi


Escrito por Abby Strong

 

O mais novo desafio para as empresas nesta era de extrema conectividade já não é o mais rápido e fabuloso modelo de smartphone ou o mais poderoso laptop conectados à rede. Mas sim a presença de novos e diferentes dispositivos que também foram incorporados, como luminárias inteligentes ou mesmo modernos sistemas de controle de acesso.

Mais e mais dispositivos desta natureza estão se conectando às redes corporativas, aumentando a visibilidade, criando um ecossistema de aplicações e reportando dados de volta para sistemas analíticos, que desta forma processam centenas de gigabits de dados todos os dias. E as empresas estão utilizando as suas rede wi-fi para suportar toda esta complexidade de operações.

No passado, projetar uma rede era algo muito mais simples. Bastava definir algo como: “Vou precisar de duas portas de rede por funcionário, sendo assim serão necessárias 300 portas de switch para a construção desta rede”. O maior desafio consistia em como coibir que os funcionários instalassem software não autorizado em suas máquinas desktop.

Um longo caminho foi percorrido desde então. Primeiro vimos o ingresso de dispositivos não-ethernet  à rede, depois o advento do BYOD e a prática de cada usuário incorporar de 3 a 5 dispositivos, a predominância de aplicativos Shadow IT (aplicativos instalados por departamentos diversos dentro da empresa com anuência de TI) em todos esses dispositivos móveis e ,agora, o surgimento do conceito BYOT – Bring your Own Thing.

Internet das coisas: quantos dispositivos conectados?

A Internet das Coisas (IoT) representa uma mudança fundamental no conceito de rede. Não é mais possível um planejamento baseado em  “X dispositivos por usuário”, pois vários dispositivos do tipo  “não de usuário” também estão se conectando e compartilhando informações. E a maioria destes dispositivos não suporta uma autenticação baseada em usuário/senha. Neste novo modelo,  identificar o tipo de dispositivo, quem precisa de acesso a ele e o que este usuário pode executar, transforma-se em um enorme desafio, principalmente quando se utilizam equipamentos de rede legados.

E é neste momento que uma arquitetura de rede altamente inteligente, distribuída, com foco na conexão e proteção de todos os dispositivos realmente passa a ser necessária.

Conectividade segura

Assumindo que a maioria dos dispositivos IoT não terá uma complexa gestão de Wi-Fi, provavelmente eles exigirão apenas uma chave pré-compartilhada.

Hoje, alguns fornecedores de ponta já disponibilizam arquiteturas de rede com recursos inovadores, que possibilitam, por exemplo, que usuários ou administradores gerem uma chave pré-compartilhada privada (PPSK), o que garante que cada dispositivo se  conecte de forma segura com a rede Wi-FI. Mais importante ainda é que, usando o PPSK, os administradores podem criar grupos de chaves que definem quais permissões devem ser atribuídas a um dispositivo com essa chave. Por exemplo, o “grupo de impressoras” pode atribuir um dispositivo para a impressora VLAN e limitar o acesso por meio da política firewall, para garantir que não haja uso indevido.

Isso significa que os administradores não precisarão configurar múltiplas SSIDs apenas para suportar diferentes tipos de dispositivos – assegurar uma conectividade Wi-Fi de qualidade para todos os usuários e dispositivos será possível principalmente em função do tempo disponível de transmissão pelo ar.

Estas empresas de rede inovadoras são as mais preparadas para suportar o movimento da “Internet das Coisas”, portanto, para elas, quanto mais dispositivos melhor. Vamos então adotar o BYOT!

Abby Strong é Diretora de Marketing de Produto da Aerohive Networks

Nostalgia


Em comemoração aos seus 20 anos na Internet, a Microsoft disponibilizou o seu primeiro site novamente no ar:

http://www.microsoft.com/en-us/discover/1994/

 

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Que mudança, não?

Abs

Luiz

Data Deduplication no Windows Server


Olá pessoal,

 

Acesse a Devmedia, revista InfraMagazine, onde foi publicado um artigo de minha autoria sobre Data Deduplication.

Revista Infra Magazine 17

Abs

Luiz

Desafio para os amantes de webdesign e fotografia


Fotolia realiza concurso cultural no qual brasileiros poderão desafiar artistas internacionais

Imagine desafiar artistas consagrados mundialmente, desenvolvendo obras tão criativas quanto às originais e ainda ganhar prêmios por isto? A Fotolia lança este mês no Facebook o terceiro concurso internacional de 2014 voltado para designers gráficos, publicitários e fotógrafos. Profissionais e amadores podem desafiar os artistas do Projeto TEN em suas respectivas formas de arte.

Em sua terceira temporada, o Projeto TEN – promovido pela Fotolia – tem como objetivo democratizar o acesso à arte digital. Para isso, reúne uma dupla formada por artistas renomados internacionalmente – um fotógrafo e um designer gráfico – para produzirem uma peça artística e disponibiliza gratuitamente os bastidores e todos os truques do processo criativo. A dupla de julho é composta por dois autodidatas: o fotógrafo alemão Paul Ripke e o ilustrador digital britânico Nick Ainley. Já, no próximo dia 12, profissionais e amadores poderão desafiar os artistas e concorrer a prêmios.

Os artistas gráficos desafiantes podem enviar a sua interpretação da criação de Nick Ainley, enquanto os fotógrafos podem enviar suas melhores fotos usando a técnica de Paul Ripke, que é compartilhada no making of. Os vencedores receberão grandes prêmios, como tablets Wacom, Adobe Creative Cloud suites, Roland Versa Estúdio BN-20, impressoras ou diversas estampas multimídia por Exaprint. Os participantes do concurso têm até 31 de julho para se cadastrarem via Facebook (https://www.facebook.com/TenCollection). Os vencedores serão anunciados 11 de agosto de 2014.

Sobre o Projeto TEN:

O Projeto TEN é uma iniciativa de arte digital criativa e educacional, criado em 2011, pela Fotolia. A coleção tem como objetivo tornar o digital disponível para todos. Este ano, em sua 3ª temporada, os dez artistas que normalmente compõem a Coleção TEN foram divididos em cinco pares, composto por um fotógrafo e um designer gráfico, ambos de reconhecimento internacional. Juntas, as duplas devem trabalhar em uma peça que retrata a sua visão do futuro. Ao longo de 10 meses, um novo par é apresentado a cada dois meses (março, maio, julho, setembro e novembro). No dia 10 destes meses, os seguidores podem baixar o arquivo PSD, com camadas, efeitos, configurações e arquivos gratuitamente por 24 horas no site: www.tenbyfotolia.com. Um making of do vídeo será apresentado em cada obra de arte, a fim de mostrar a colaboração entre os dois artistas. Qualquer usuário da internet – profissional ou amador, pode, então, aprender os estilos e técnicas utilizadas pelos artistas e usá-los em seu próprio trabalho. Seguidores também podem desafiar os artistas do TEN para o concurso internacional da Fotolia via Facebook e no site do projeto. Esta iniciativa comunitária participativa foi possível graças aos parceiros de Fotolia, tais como Adobe, Wacom, Exaprint, Roland, Tuto, Wilogo e parceiros criativos Gang Corporate.

Sobre Fotolia:

Líder no mercado de bancos de imagens da Europa, a Fotolia oferece mais de 29 milhões de imagens, ilustrações e vídeos, com licença royalty-free. Fundada em 2004, a Fotolia disponibiliza para os mais variados clientes – grandes empresas criativas, imprensa e editoras – imagens profissionais, com alta qualidade e custo acessível, a partir de apenas US$ 0,75; sem restrições geográficas, limites de cópias ou datas de validade. Hoje, a Fotolia tem mais de 4,7 milhões de usuários e está disponível em 14 idiomas e em 23 países ao redor do mundo.

Analise o Tamanho das Pastas em seu Servidor com Treesize


Do Blog do Anderson Patricio.

Artigo publicado por Vinicius Mozart.

Nesse artigo vamos mostrar como analisar e fica por dentro com o tamanho de suas pastas em seu servidor de arquivos. A cada dia que passamos, com o crescimento da tecnologia, o espaço em disco se torna muito importante e precisamos monitorá-los. Para efetuarmos essa análise de uma forma mais prática possível, utilizamos o aplicativo“Treesize Free”, que além de nos mostrar os tamanho de cada pasta, ordena de forma sensacional por vários tipos de visualização, gratuito, e mais, é totalmente compatível com o Windows Server 2003/2008/2012. Esse aplicativo também é compatível comWindows Client XP/7/8 e 8.1.

Para efetuar o download do aplicativo, acesse o link abaixo: http://www.jam-software.com/treesize_free/

Após efetuar instalação, abre o aplicativo. Veja que podemos escolher entre KB/MB/GB na enumeração e resultados dos diretórios. No exemplo abaixo, optamos por GB:

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Para iniciarmos o “Scan” nos diretórios, devemos clicar no ícone como mostramos na imagem abaixo e selecionar o caminho que desejamos. No exemplo abaixo, escolhemos o “Scan” em toda unidade C:.

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O processo pode demorar, pois dependerá do tamanho dos diretórios, velocidade dos equipamentos e quantidade de arquivos. Veja abaixo que além de mostrar o tamanho de cada diretório, já ordenou de forma bem simples “por tamanho”. Com essa visualização, fica muito mais fácil navegar e encontrar qual diretório está consumindo mais espaço no disco.

Para ler o resto do artigo, visite o site do Anderson Patricio Aqui!

Recomendadíssimo.

Abs

Luiz

Empresa declara guerra ao e-mail e ganha em produtividade


Desde que a Atos resolveu declarar guerra ao e-mail, em 2011, o tempo que seus 76 mil funcionários ao redor do mundo perdiam para ler, responder e apagar mensagens inúteis foi convertido em ganhos de produtividade.

Nesses três anos, com a implementação do programa “Zero e-mail” a empresa de TI  passou a resolver os problemas de clientes 30% mais rápido e conseguiu reduzir em 8% os custos com telefonia e em 15% o número de viagens.

Tudo começou quando, por meio de uma pesquisa, a companhia descobriu que 40% das mensagens eletrônicas trocadas internamente por sua equipe não agregavam qualquer valor ao negócio. Foi aí que o  seu presidente global, Thierry Breton, declarou publicamente que a Atos estaria totalmente livre delas até o fim de 2013.

Hoje, sete meses depois da data decretada para o fim, o uso da ferramenta ainda está longe de ser extinto por lá, mas já diminuiu bastante. Em 2011, cada funcionário enviava, por semana, 100 e-mails. Hoje, esse número caiu para 17.

“A meta é só um norte. Nunca vamos conseguir trocar zero e-mail com cliente, por exemplo. Talvez um dia, mas não com os recursos que existem hoje,” explica Fernando Simões, Diretor de Consultoria da Atos para a América Latina.

A principal aliada da empresa nesse processo é uma rede social corporativa chamada blueKiwi. Por meio dela, os empregados podem compartilhar conteúdo, trocar mensagens instantâneas em privado e participar de comunidades.

As comunidades são criadas para debater temas e encontrar soluções para desafios cotidianos da companhia. Uma delas, por exemplo, oferece suporte para SAP. Quando tem algum problema com software desse tipo, o funcionário registra lá o seu pedido de ajuda e o especialista que estiver disponível começa a resolvê-lo diretamente da rede.

Antes, era preciso realizar uma chamada para receber esse tipo de atendimento. Com a novidade, o tempo de resposta caiu de dois dias para 48 minutos.

Um outro grupo de discussão substituiu o “service desk” da companhia e acolhe qualquer dúvida sobre equipamento.

“Quando o problema é de complexidade alta, pessoas com diferentes bagagens podem ajudar na solução, por meio do blueKiwi. Isso traz um ganho absurdo, porque nem sempre elas conseguem parar o que estão fazendo para falar pessoalmente ou por telefone, ou responder a uma chuva de e-mails”, defende Simões.

A rede social também gerou economia para a Atos na hora de elaborar contratos com cliente. Como a empresa está presente em 52 países,  esses documentos eram produzidos por cada um dos escritórios locais e, por isso, acabavam ficando muito customizados.

Agora, a ferramenta possibilita a interação e colaboração online de cerca de 100 profissionais que cuidam dessa área e antes não conseguiam manter contato por e-mail. Assim, muitos textos são reaproveitados e o número de contratos não padronizados caiu mais de 50%, o que provocou uma redução de custos.

No bolso da liderança

Até o começo de 2013, 2.800 comunidades haviam sido criadas no blueKiwi. Cerca de 2.000 delas, porém, eram inativas. Na visão de Simões, esse número é natural. “As pessoas foram muito proativas e muitos grupos foram criados com temas parecidos, que depois acabaram migrando de um para a outro”, explica.

Mas a empresa percebeu que seria preciso que os chefes se envolvessem de forma efetiva no projeto para que o engajamento das equipes fosse maior. Para incentivá-los, em 2013, ela atrelou 10% do bônus dos 700 executivos da mais alta liderança ao desempenho do “Zero email”.

Para este ano, a estratégia vai além. Foram criados cinco indicadores chaves para mensurar a participação dos mais de 5 mil líderes e gerentes da companhia nas comunidades da rede social.

Eles são: continuidade (que mede o número de visitas à plataforma), iniciativa (quantidade de posts criados por eles), engajamento (números de comentários em postagens de outras pessoas), reação (respostas em posts) e impacto (quantidade vezes que os posts foram vistos). Todos os pontos são avaliados por dia, mês e trimestre.

Os executivos que conseguirem atingir pelo menos três das metas, receberão 100% de seu bônus ao fim do ano fiscal. Os que atingirem quatro ou mais, ganharão 130% da premiação.

Na mesma linha, o próprio presidente da companhia dedica 15% do tempo das reuniões mensais do comitê executivo para cuidar do projeto.

Hoje, a Atos tem mais de 74.000 funcionários ativos na rede social, que postam cerca de 300.000 vezes por mês e participam de mais de 7.000 comunidades. Quase 2 milhões de páginas são visitadas mensalmente.

Mudanças

Tornar a equipe menos dependente do e-mail envolveu uma transformação na cultura na Atos. Primeiro, os funcionários precisaram receber um treinamento comportamental e, depois, técnico para aprenderem a usar o blueKiwi.

Ainda há na empresa, no mundo todo, 3.500 profissionais treinados que atuam como agentes de mudança. Esses funcionários trabalham para mostrar aos colegas os benefícios do uso da rede social e para ensiná-los como otimizar o acesso. Além disso, eles monitoram o nível de engajamento nas comunidades e ajudam os moderadores a gerenciá-las melhor.

“Nossa intenção é também modernizar a forma como a Atos se comunica. Estamos em um mercado muito dinâmico, que tem um contingente muito grande de jovens e as novas gerações já enxergam o e-mail como antiquado”, explica Simões.

Fonte: Info

Abs

Luiz

Ferramenta gratuita para criar páginas pessoais conectadas às redes sociais é a aposta da russa uCoz para o Brasil


Totalmente traduzido para o português, o uid.me chega ao mercado brasileiro para simplificar a criação de portfólios virtuais
Conhecida internacionalmente pela sua plataforma de sua construção de sites, a russa uCoz  lança no Brasil o uid.me (http://uid.me), serviço gratuito que permite aos usuários criar páginas pessoais ou um cartão de visitas online e conectá-los  às redes sociais. A ferramenta ainda se destaca pela forma simplificada, sem abrir mão de um extenso leque de recursos voltados à personalização. Com uma base atual de 15 mil usuários brasileiros, a uCoz pretende atingir a marca de 50 mil usuários ao final de 2014. Para isso, a empresa investe em recursos e atualiza a ferramenta em intervalos de 15 dias.

“O mercado brasileiro é muito estratégico para a uCoz, porque o Brasil é o país que apresenta um dos maiores índices de crescimento em usuários de internet. Por isso, fizemos um investimento grande para adequar, da melhor forma, a ferramenta e as nossas estratégias à cultura brasileira”, diz Bruno Barradas, executivo que representa a uCoz no Brasil.

Segundo Barradas, o brasileiro dá muita importância aos serviços que oferecem mais condições de personalização. Ele explica que a ferramenta, para ganhar mercado frente aos concorrentes, vem sendo continuamente melhorada em função das características mais valorizadas pelos brasileiros.

“Isso inclui mais rapidez no upload de arquivos, boa qualidade na tradução e customização máxima no design, escolha de fontes, fundos de tela, cores e formatos. Além disso, destaco a facilidade da ferramenta na integração com as redes sociais”, diz Barradas.

Com o avanço das redes sociais, Barradas diz que a estratégia da uCoz foi  ´juntar o útil ao útil´. Ele explica que o objetivo foi transformar o uid.meem uma ferramenta capaz de oferecer um novo serviço de páginas pessoais, mais simples que os processos de criação de um site completo, e com a capacidade de conectar essa página às redes sociais”.

Barradas diz que a página pessoal on-line pode ser usada como ferramenta de marketing para divulgar produtos ou serviços. “O usuário pode, por exemplo, incluir um QR code no cartão de visitas convencional que vai levar ao endereço do cartão de visitas on-line.

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