Cloud Computing: 10 boas práticas


O valor que a computação em nuvem vem proporcionando às organizações vem aumentando e se tornando um motivador de peso para a decisão pela mudança.

Para gerentes de TI o desafio é usar a nuvem tanto de forma eficaz quanto segura.

Por isso consultamos vários especialistas em nuvem e compilamos esta lista de 10 melhores práticas.

Melhor Prática # 1: Conheça suas nuvens
A nuvem não é um monolito. Na verdade, há uma variedade de nuvens com as quais os gerentes de TI terão que lidar, cada uma com suas próprias características e aplicações. Gestores inteligentes precisam saber que cloud é boa para eles, antes de mover os dados para fora de seus servidores e firewalls corporativos.

Melhor Prática # 2: Avalie suas atividades de TI
Para usar a nuvem de forma eficaz, os gestores de TI devem saber quais aplicativos trarão benefícios para os clientes na migração para a nuvem. Ed Mahon, vice-presidente e CIO da Kent State University, refere-se a este processo como “a contabilidade de custos baseado em atividade”. Isso significa olhar para as coisas que você faz atualmente em casa, e avaliar se poderiam ser feitas de forma mais eficiente na nuvem.

“Na verdade, você precisa dar uma olhada em tudo, não apenas o que você faz em casa, mas no que o departamento de TI é bom, e não é bom. Em alguns casos, se mover para a nuvem irá fornecer um melhor retorno. A nuvem também pode fornecer uma alternativa quando se trata de aplicações e infraestrutura que está chegando ao fim da vida”, diz ele.

Melhor Prática  # 3: Não cabe tudo na nuvem
Tendo selecionado a nuvem apropriada para os seus clientes com base em avaliações de custo baseado em atividades, os gestores de TI devem analisar os provedores de nuvem disponíveis e os aplicativos para ver qual deles melhor se adaptam às suas necessidades. Isto porque “não há um conjunto de diretrizes gerais que determinem quais aplicativos em nuvem funcionam melhor para todos os clientes”, diz John Howie, da Howie Consulting LLC. “É por isso que os gerentes de TI devem investigar as opções de nuvem que existem e compará-las com afinco contra as suas próprias necessidades, para encontrar o que realmente melhor se adapta às necessidades do seu cliente e dos sistemas de segurança de TI do departamento.”

Melhor Prática  # 4: Conformidade legal
Certas formas de informação – geralmente financeira e jurídica – devem ser mantidas em servidores próprios de uma empresa. O não cumprimento desses requisitos de conformidade “podem ​causar problemas para os negócios.

“É por isso que recomendamos uma abordagem híbrida para uso da nuvem”, diz Jeetu Patel, gerente geral da Syncplicity, cuja solução baseada em nuvem suporta o compartilhamento de sincronização segura de arquivos e colaboração. “Os dados que exigem conformidade regulamentar devem ser mantido no local”, diz Patel. “Outras informações, tais como informações de relações públicas sobre a empresa, podem ser armazenados e acessados ​​com segurança na nuvem.”

Melhor Prática # 5: Não há segurança em redundância
Não se deixe enganar pelo termo ‘cloud': Nós realmente estamos falando sobre como acessar e confiar em servidores de outras empresas. Particularmente no cenário IaaS, é responsabilidade do gerente de TI se certificar de que há redundância capaz de assegurar que os servidores não vão falhar.

“Se você realmente pretende usar a nuvem de forma segura, em seguida, você deve escolher um prestador ou prestadores de serviços que armazenem seus arquivos em vários locais, com múltiplas formas de acessá-los”, diz John Howie. “Mas a questão não para por aí. Certifique-se de que você tem várias cópias de seus arquivos na nuvem, com interconexões entre eles para garantir que, quando um arquivo é atualizado, todos são atualizados.”

Melhor Prática  #6: Verifique seus fornecedores
Assim como a nuvem não é monolítica, nem são todos os provedores de nuvem o são. Gerentes de TI precisam examinar cuidadosamente o que cada provedor de nuvem lida com a promessa de backup.

“A questão não é tanto a segurança, uma vez que a maioria dos provedores de nuvem levam a segurança muito a sério”, diz Dave Elliott, Global Product Lead, Enterprise Cloud do Google.

“Mas o que você precisa se perguntar é que tipo de backups cada provedor tem, quais os protocolos de recuperação estão no lugar, e com que facilidade os funcionários do seu cliente poderão acessar os dados baseados em nuvem quando os sistemas primários estiverem indisponíveis.”

Best Practice # 7: Tire um tempo para migrar corretamente aplicativos para a nuvem
Ao migrar aplicativos on-premise para a nuvem, é vital fazer isso de uma maneira metódica, cuidadosamente considerada e testada passo-a-passo. É perigoso simplesmente carregar aplicativos para a nuvem, fazer alguns ajustes de configuração, e assumir que tudo vai funcionar como desejado – porque provavelmente não vai.

Infelizmente, esta última abordagem é tão comum entre os novos usuários da nuvem que Michael Kopp a coloca entre os maiores erros associados à implementação de nuvem. Koop é o gerente de tecnologia da Dynatrace.

“Tentar migrar aplicações existentes para a nuvem sem considerar as mudanças que são necessárias muitas vezes leva ao mau desempenho, falta e – ainda por cima – aumento de  custo”, diz Kopp. “Deve-se considerar as aplicações com cuidado e o que precisa ser mudado a fim de acomodá-la na nuvem e abraçar suas vantagens. Só então pode-se colher os benefícios de flexibilidade e redução de custos “.

Melhor Prática # 8: Maximize a segurança, mantendo o cliente satisfeito
“Para ter sucesso, a nuvem privada da empresa deve fornecer aos usuários a usabilidade nuvem pública-grade”, diz Patel, da Syncplicity. “Ao fazer isso, os gerentes de TI serão capaz de manter o uso de cloud com VPNs e firewalls, em vez de serem obrigados a presenciarem, pela conveniência dos usuários, a vê-los postar dados confidenciais em nuvens públicas.”

Melhor Prática  # 9: Mantenha um olho em tudo
Só por ser uma aplicação na nuvem, isso não significa que o departamento de TI possa se dar ao luxo de ignorá-la para se concentrar em outras coisas. Mesmo com os melhores provedores de nuvem, as coisas podem dar errado. É por isso que os gerentes de TI experientes mantêm um olhar atento sobre os seus dados e aplicativos baseados na nuvem, para detectar os problemas antes que se tornem sérios. Como Kopp adverte, “Usar a nuvem sem um acompanhamento adequado e um gerenciamento de desempenho de aplicações é como voar às cegas.”

Melhor Prática # 10: A responsabilidade é sua
A última e mais importante das melhores práticas em nuvem é aceitar que o conteúdo baseado em nuvem é de responsabilidade diária de um gerente de TI, como qualquer arquivo armazenado em seus servidores locais. Mover aplicativos e dados para a nuvem não diminui a responsabilidade da TI por eles. Simplesmente muda a natureza da responsabilidade, transformando-se em uma responsabilidade compartilhada, suportada tanto pelo provedor de nuvem quanto pelo gerente de TI que contratou a nuvem.

“Usar um serviço baseado em nuvem é como alugar um apartamento”, explica Maio. “Você não espera que o seu senhorio entre em seu apartamento e aspire o chão ou corrija o seu mobiliário. Mas você espera que seu senhorio corrija um problema com o encanamento ou eletricidade (mantenha a infraestrutura física em ordem). Em um cenário de provedor de nuvem, em última análise, é responsabilidade do consumidor proteger a integridade de suas aplicações rodando na nuvem”.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Perguntas estratégicas que todo líder de TI deveria fazer


Cada vez mais, as atividades econômicas dependem da tecnológia. Mas a maior parte das organizações ainda falha ao tentar tirar vantagens das diversas oportunidades que podem ser fornecidas pela área de TI, em especial, no que diz respeito a melhorar processos e aumentar as margens de lucro.

Claramente, existe um espaço entre a infraestrutura disponível e o que a empresa necessita fazer para transformá-la em algo que traça benefícios reais aos negócios.

Assim, antes de formular a estratégia da área de TI, o CIO, deveria fazer algumas perguntas básicas.

1. A estratégia de TI é muito genérica?
O departamento de tecnologia da informação dificilmente consegue atender a apenas um tipo de necessidade, perfil de cliente  ou segmento de mercado. Os objetivos da área tendem a ser mais abrangentes, mas nem por isso deve-se esquecer de atender a demandas particulares de cada área.

A maioria das empresas de sucesso aprendeu que um único modelo dificilmente supre todas as necessidades. Os gestores de TI, por sua vez, deveriam considerar melhor as necessidades únicas de cada unidade de negócios que compõe a companhia com o intuito de construir uma estratégia que atenda, o melhor possível, toda a organização e as particularidades de cada departamento.

2. A estratégia está direcionada ao mercado?
Os projetos internos da área de TI quase nunca representam o melhor caminho para começar a desenhar uma nova estratégia para o departamento de tecnologia da informação. É um clichê dizer que não se pode pensar em mudar resultados fazendo as coisas do mesmo jeito sempre. Assim, vale a pena o CIO sair do seu ambiente, com o intuito de entender melhor as necessidades do mercado em que a empresa na qual ele atua está inserida.

Para isso, além de conversar com os principais executivos, é preciso ouvir pessoas do setor, com o intuito de detectar demandas e oferecer ideias que possam fazer verdadeira diferença para a operação.

3. A estratégia será claramente comunicada?
Os planos anuais de negócio da área de TI são, normalmente, entendidos pelos principais executivos da companhia, os quais estão preocupados com o retorno esperado. Mas entre a apresentação do projeto e a implementação do mesmo há uma tendência de existir uma quebra na comunicação.

Para evitar isso, o primeiro passo é criar um documento com toda a estratégia de TI detalhada e que possa ser compartilhado por toda a companhia. Assim, qualquer pessoa da organização pode discutir novas políticas, tecnologias, métodos e outras possíveis mudanças.

4. A estratégia é realista?
Quando escreve o planejamento anual, o CIO deve contemplar todos os recursos necessários para atingir os objetivos. Isso porque, uma nova estratégia pode até parecer promissora, mas ela depende de questões práticas, que incluem recursos financeiros, competências técnicas e tecnologias. Além disso, qualquer projeto deve estar alinhado aos objetivos e à cultura da empresa.

5. A estratégia pode melhorar o dia a dia da operação?
Qualquer novo plano deve atender às necessidades operacionais e aos objetivos de negócio da empresa. De outra maneira, é um desperdício gastar esforços e recursos para formular novas políticas, adquirir tecnologias, implementar planos ou buscar conhecimentos.

Se, no final do dia, os objetivos desenhados não resultarem em mais eficiência dos procedimentos operacionais ou gerarem mais valor, vale a pena analisar se não está na hora de mudar a estratégia.

6. A estratégia tem o suporte adequado, em termos de sistemas?
Quando falamos em sistemas de suporte, o termo refere-se a todos os recursos necessários para a gestão das iniciativas, bem como os recursos envolvidos. Afinal de contas, construir um passo-a-passo do projeto é o fator mais importante para garantir que a ação está alinhada à estratégia.

Lembre-se que na maior parte dos projetos que envolvam mudanças, a falha está atrelada a problemas com as pessoas envolvidas. Ou seja, o sucesso depende de que o gestor e sua equipe trabalhem de forma ajustada e totalmente dentro do escopo.

7. A estratégia está adaptada às mudanças no ambiente de negócios?
O planejamento precisa ser dinâmico o suficiente para atender aos novos desafios da empresa. Em nenhum momento a estratégia deve virar um entrave para que a companhia busque novos negócios ou melhore seus sistemas.

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Negócios digitais e a nova TI


A cada dia nos tornamos mais digitais. Hoje, estamos sempre conectados. O termo “internet”, usado como um espaço separado do nosso cotidiano (cyber space), está deixando de fazer sentido. A internet está no nosso cotidiano. E nossas interações digitais geram uma quantidade brutal de dados.

Além disto, o custo das tecnologias digitais, de sensores e processadores, está caindo abruptamente, tornando factível a digitalização de objetos antes inanimados. Isto é a Internet das Coisas.

O Gartner define Digital Business como sendo o encontro do mundo real com o digital. Pessoas, objetos e negócios interagindo de forma digital através de software.

Um exemplo de negócio digital é a Amazon, que usa software em todas as etapas de interação com os clientes. Todos os seus processos são automatizados a ponto de ser desnecessário que um cliente interaja com algum funcionário. Aliás, caso um cliente, por algum motivo, precisar interagir com um funcionário, isto é tratado como um “defeito” do sistema, cuja causa raiz precisa ser descoberta e corrigida.

Que oportunidades estas mudanças trazem para os negócios? E que ameaças?

Será que a TI tradicional está preparada para essa onda digital? As equipes de TI conhecem UX, entendem de mobile, sabem interagir com o cliente? Entendem de big data e analytics? Já estão usando cloud computing?

Estas perguntas remetem ao grande desafio que as organizações têm hoje frente às oportunidades dos negócios digitais.

O desafio tradicional de “alinhar a TI aos negócios” já não é suficiente. Precisamos de mais agilidade e capacidade de adaptação.

Precisamos de uma TI Bimodal, que alia a solidez e a eficiência da TI tradicional com a fluidez e agilidade necessárias para a inovação dos negócios digitais. Assim, a TI passa a ter um papel de liderança, com decisões que fazem parte do negócio, com fluidez, adaptações rápidas e foco estratégico.

Softwares para negócios digitais devem ser criados e gerenciados como produtos digitais — mobile apps, aplicações web, APIs e plataformas — com um ciclo de vida que vai desde a sua concepção, prototipação, experimentação, desenvolvimento e lançamento para o mercado. Isto requer um novo mindset na área de TI:

- A visão deve ser ambiciosa, mas as ações devem ser em pequenos passos.

- A capacidade de mudança e adaptação passa a ser vantagem competitiva.

- Capacidade de colher feedback do mercado para potencializar o impacto de negócio.

- Ciclos curtos e aprendizado constante.

- “Learn early, commit late.”

p “Succeed soon or fail fast.”

Várias técnicas e métodos são usados neste ciclo de criação de produto digital. Algumas que utilizamos com os nossos clientes são:

- Design Thinking

- Lean Startup

- Scrum e Kanban

- Engenharia Ágil

Acreditamos que esta nova fase dos Negócios Digitais traz um grande potencial de oportunidades em todos os setores da economia. As empresas que melhor se prepararem para aproveitar estas oportunidades serão as líderes nos seus segmentos nos próximos anos. E a capacidade de criação de Produtos Digitais é essencial nesta preparação.

(*) Bill Coutinho é Diretor de Tecnologia da Dextra

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Os melhores apps da semana para Windows Phone


Esta semana, trouxemos boas novidades: atualizações de apps já famosos no Windows Phone, como Disqus e Metrotube, e a chegada de dois ótimos games para a plataforma. Veja estas e outras dicas na nossa lista:

Disqus

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Alô, você, que comenta aqui no Gizmodo! O app do Disqus, um dos sistemas de comentários mais utilizados por blogs e sites, foi atualizado para a versão 2. O aplicativo foi completamente remodelado e agora traz mais notificações e novas opções de feeds e de login, tudo para você continuar a discussão mesmo quando está longe do computador.

Download: Disqus – grátis


Metrotube

metrotube

Provavelmente o melhor cliente de YouTube para Windows Phone, o Metrotube ficou ainda melhor. A nova versão 4.3, lançada essa semana, agora permite continuar tocando o vídeo mesmo com a tela bloqueada ou o app em segundo plano, além de ter o Audio Mode, que permite usar os controles de mídia para pausar e pular vídeos.

Download: Metrotube – gratuito (R$ 1,99 se você quiser ajudar o desenvolvedor)


Photo-Info

photo-info

Se você precisa checar informações sobre suas fotografias no Windows Phone, tente o Photo-Info. Ele se integra ao hub Imagens do sistema e traz informações de dados EXIF e geolocalização.

Download: Photo-Info – grátis


Tiny Troopers

Sucesso no iOS e no Android, Tiny Troopers é um game em que você comanda em terceira pessoa uma pequena tropa de até três soldadinhos. Seu objetivo é vencer 30 missões divididas em três capítulos. O game tem ótimos gráficos e é bem divertido.

Download: Tiny Troopers – grátis


Sonic Dash

Sonic Dash

Sonic Dash é um endless runner (ao estilo Temple Run) em que você comanda Sonic e seus amigos e deve se esquivar de obstáculos e acelerar nos loops. Você também enfrenta chefes de fases e desbloqueia poderes para seus personagens.

Download: Sonic Dash – grátis

Fonte Guizmodo

Abs

Luiz

Eficiência do NOC depende da combinação de sistemas e pessoas


Hoje em dia, as empresas utilizam intensamente a TI, pois todo o gerenciamento do “business” está vinculado de alguma forma com tecnologia, seja no sistema financeiro, no sistema de RH, no ERP ou em até em situações mais simples como balanças que fazem pesagem das cargas de uma indústria ou abertura de uma catraca.

Como podemos ver, a TI está envolvida e precisa ser cada vez mais proativa aos problemas e reagir rapidamente, reduzindo o tempo de parada dos sistemas e consequentemente das empresas. E como fazer isso em um mundo cada vez mais conectado e mais distribuído?

Dentro da administração de infraestrutura de TI, a primeira ferramenta capaz de fornecer informações preventivas é o NOC, sigla em inglês que significa Network Operation Center ou o Centro de Operações de Rede, que nada mais é que um conjunto de ferramentas e pessoas que podem antecipar os problemas enfrentados no nosso dia a dia.

Não basta ter um NOC. É preciso ter um NOC bem montado que conte com ferramentas que avaliem a saúde do ambiente, que gerem estatísticas do crescimento do ambiente, que monitorem o ambiente em tempo real, mas principalmente que possua uma equipe bem preparada e capaz de analisar, prever possíveis problemas e mitigar os riscos apresentando soluções.

Como apresentado, o NOC é um conjunto de sistemas – softwares – operados por pessoas preparadas. A escolha das pessoas dependerá muito da necessidade de cada projeto e o mercado conta com milhares de ferramentas para monitoramento do ambiente computacional. Basicamente, existem ferramentas comerciais e as “open-source” (software de código aberto, que não significa dizer que sejam gratuitas), e que não deixam a desejar frente a ferramentas comerciais. A escolha das ferramentas também depende do tamanho do ambiente, da quantidade de funcionários que a empresa disponibiliza para operar o NOC e principalmente em qual grau de detalhe é necessário monitorar esse ambiente baseado na criticidade da TI na operação da empresa.

Por exemplo: é possível monitorar, de forma simples, um servidor de e-mail verificando se está ligado ou desligado. Se necessitamos de um nível mais apurado possível, monitorar também quantos e-mails estão nas filas de entrada e saída, se o servidor está em uma blacklist que impeça o envio de mensagens , se o espaço está crescendo fora dos padrões normais e muito mais.

Atualmente as empresas de alto desempenho necessitam de um ambiente de TI monitorado e o NOC é essencial, pois como em outras áreas do conhecimento, ocorre um pensamento disruptivo onde a infraestrutura de TI sai de uma condição tradicionalmente reativa para uma proativa e alinhada com as estratégias do negócio.

O alinhamento da TI com os negócios da empresa está criando um novo cenário para o mundo corporativo onde o CIO não é mais uma gerador de despesas, mas um criador de soluções. E para isso, é necessário medir e ter controle do ambiente.

Entender claramente até onde a empresa pode ir com a atual infraestrutura e principalmente realizar os investimentos nas áreas necessárias na intensidade necessárias são obrigações da nova área de TI e o NOC é um grande aliado.

(*) Robinson Czelusniak é Gerente da Área de IT Services da Qualityware Informática e responsável por projetos de implantação de NOC com mais de 15 anos de experiência em TI

Fonte: CIO

Abs

Luiz

Microsoft e IBM se destacam no ranking das 10 empresas de TIC que mais geram valor


Pelo segundo ano consecutivo, a Dom Strategy Partners realiza o estudo MVP Brasil – Tecnologia e Telecom 2014, que aponta as empresas de TIC que mais geram valor, a partir da percepção, avaliação e recomendação de seus stakeholders, considerando aspectos tangíveis e intangíveis. Este ano, duas empresas se destacaram com pontuação acima de 8, atípicas para o segmento: a Microsoft, com 8,14 e a IBM, com 8,06. O ranking completo inclui ainda Totvs, Stefanini, UOL, Vivo, Claro, TIM, GVT e Atento.

Foram pesquisados e monitorados diferentes públicos das principais companhias de TI e Telecom do País, recortadas pela DOM através das mil maiores empresas. A análise é feita com base em uma metodologia desenvolvida pela própria consultoria, que defende a tese de que o valor produzido pelas empresas é agregado – ou destruído – e quantificado em função da percepção que os públicos dessas companhias têm ao interagir com elas, seja em processos de comunicação, relacionamento ou transações.

“O resultado é uma combinação de informações obtidas através de pesquisa diária de campo, mídia tracking e monitoramento dos stakeholders, cobrindo 62 ativos”, explica Daniel Domeneghetti, CEO da DOM Strategy Partners. O que explica a ausência, no ranking, de grandes empresas como SAP, Oracle. Elas podem ter pontuado bem em alguns ativos, e perdido pontos preciosos em outros.

Entre os ativos analisados estão Eficácia da Estratégia Corporativa, Resultados Gerados, Crescimento Evolutivo, Valor das Marcas, Qualidade de Relacionamento com Clientes, Governança Corporativa, Sustentabilidade, Gestão de Talentos, Cultura Corporativa, Inovação, Conhecimento, Grau de Transformação e Uso das Tecnologias Digitais. “Relacionamento com os clientes é um fator crítico para as empresas de telecom, assim como compliance é um fator crítico para TI”, explica Domeneghetti. Este ano, inovação e a busca de novas oportunidades de negócio foram aspectos decisivos para o aumento das notas conferidas para algumas empresas, como Microsoft, IBM e Vivo.

“Sistemas de Gestão e Visão Estratégica são dois pontos que as empresas de TI e Telecom precisam trabalhar melhor, comparadas a outros setores da economia. Sustentabilidade, e não estou falando de TI verde não, mas de sustentabilidade do negócio como todo, é outro aspecto que passa longe desses setores”, comenta Domeneghetti. “Ações ligadas à inovação, como pesquisa e desenvolvimento de novas maneiras de se trabalhar, por exemplo, foram alguns dos quesitos avaliados sobre a capacidade de cada empresa gerar e proteger valor para si e para esses públicos”, explica.

A resposta sobre capacidade de cada empresa gerar e proteger valor para si e para esses públicos foi feita a partir da quantificação das quatro dimensões que definem o Valor Corporativo de uma companhia: Resultados, Reputação (definida como Credibilidade/Imagem), Competitividade e Riscos.

Confira o ranking 2014 de TI & Telecom

TI e Telecom/Contact
Center
Nota
Microsoft 8,14
IBM 8,06
Totvs 7,92
Stefanini 7,91
UOL 7,64
Vivo 7,12
Claro 7,11
TIM 7,09
GVT 7,07
Atento 7,01

A título de comparação, em 2013 o rankingde TI &Ttelecom foi o seguinte:

TI e Telecom/Contact Center Nota
Microsoft 7,95
Totvs 7,92
Stefanini 7,90
IBM 7,89
SAP 7,74
Claro 7,13
Vivo 7,04
GVT 7,02
TIM 6,96
Atento 6,82

A Dom Partners também divulgou as empresas que mais se destacaram em 2014 em outros segmentos econômicos. Entre eles, Mídia & Internet e Bens de Consumo Duráveis. A Google foi a única a pontuar acima de 8 entre as Top 5 de Mídia & Internet, com nota 8,11. E Apple e Samsung se destacaram no ranking de Bens de Consumo Duráveis, com notas 8,19 e 8,15, respectivamente. A performance da Apple foi suficiente para inclui-la entre as Top 10 do ranking Geral, na décima posição.  Apple e Google também são as únicas empresas da área de tecnologia a constarem das Top 10 do Índice de Reputação, que leva em conta imagem e credibilidade. Já a Samsung aparece entre as Top 10 em relação ao Índice de Performance, que ainda tem a Totvs e a Netshoes entre as 15 mais.

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Fonte: CIO

Abs

Luiz

Copiando dados com o Robocopy


Copiando dados com o Robocopy, um post explicativo, no blog do Anderson Patricio.

http://www.andersonpatricio.org/copiando-dados-com-o-robocopy/

Abs

Luiz

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